Project Firefly da Intel vai concorrer com o MacBook Neo
O Project Firefly da Intel tem a missão de concorrer diretamente com o MacBook Nea da Apple pelo segmento de baixo custo em notebooks.

O Project Firefly da Intel, que vai ser lançado nos próximos meses, é a aposta da Intel para bater de frente com a Apple e o seu MacBook Neo.
Para quem se lembrou dos terríveis Netbooks devo dizer que a proposta é a mesma: atingir o segmento de baixo custo em notebooks.
Porém a proposta é completamente diferente, se com os Netbooks o hardware era reduzido ao máximo entregando péssima experiência de uso, com o Project Firefly e com o próprio MacBook Neo a proposta é manter um hardware consistente.
Project Firefly da Intel vai concorrer com o MacBook Neo
Em um evento realizado na China, a Intel apresentou o seu novo processador Core Series 3, codinome “Wildcat Lake”.
Em conjunto com este anúncio também foi anunciado o Project Firefly.
O pulo do gato é que a Intel vai utilizar o expertise chinês na produção de smartphones para produzir seus notebooks Firefly.
Esse é uma das principais abordagens da Intel para reduzir custos sem sacrificar o hardware e com isso manter uma experiência de uso fluída.
O outro fator de redução de custo é a modularização dos componentes do projeto, permitindo que diversos fabricantes entrem no projeto, reduzindo custos através da massificação do volume de produção.
Com este conceito, além da Intel conseguir controlar os custos também vai conseguir controlar a performance final do equipamento.
Assim evita-se que fabricantes “canibais” produzam equipamentos sob a chancela da Intel, porém com qualidade e performance inferiores.
Data de lançamento
A Intel não divulgou uma data específica, porém informou ter mais de 70 modelos aderentes ao projeto confirmados e que nos próximos meses já devem ser apresentados no mercado.
Rumores consistentes indicam que o Lenovo Lecoo Air 14 será o primeiro notebook do Project Firefly lançado no mercado.
E a performance?
Na época dos famigerados netbooks, a Intel não possuía nenhum controle sobre a padronização dos modelos, com isso, fabricantes levaram o hardware ao mínimo possível.
Desta forma, em vários casos, sequer abrir o navegador e utillziar a internet era possível sem engasgos.
Nesse novo modelo de produção e negócio o hardware será levado mais a sério, porém, comparando com o Neo, falta a Intel o controle absoluto do software.
Enquanto a Apple possui controle e integração total do hardware e do software, com seu MacOS, a Intel vai depender da Microsoft com o Windows.
Fica a dúvida se o Windows poderá ser otimizado para essa categoria de produtos.
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