• 08mar


    Existe uma batalha de titãs no nicho de sistemas operacionais que hoje é travada em Windows e Linux, seja no segmento de desktop ou de servidores (eu sei, não estou considerando o mercado mobile, mas esse é um nicho ainda instável e relativamente novo).

    O fato é que profissionais tanto do Windows como do Linux apresentam uma gama enorme de vantagens e sempre minimizam ou até mesmo não aceitam as desvantagens do seu ambiente, porém uma coisa é preciso destacar, a questão do uso e da segurança.

    É fato de que o Windows Server é bem mais intuitivo e seus inúmeros assistentes permite que mesmo uma pessoa com um mínimo de conhecimento sobre TI e servidores conseguirá instalar e administrar o básico dos serviços, sem muito esforço. O problema é que um servidor assim é instável e pouco seguro.

    É fato que o Linux apesar de ser complicado e demandar um profissional com mais experiência (e como conseqüência mais caro) é sim um ambiente mais seguro, e essa vantagem em um servidor é fundamental.

    Um sistema operacional para servidor não tem a necessidade de ser tão fácil e intuitivo quanto um Windows 7, é válido salientar que também não precisa ser a complicação em pessoa, mas não podemos em hipótese nenhuma sacrificar a segurança em nome da praticidade.

    E tem um outro fator pesando contra o Windows: a incidência de vírus!

    Podemos ter os melhores aplicativos de defesa e segurança (antivírus, antispyware, antirootkit, etc) é fato de que o Windows sempre foi e sempre será suscetível a vírus, e um Windows Server infectado é algo preocupante.

    Para ilustrar a situação: em uma empresa que não irei citar o nome, existe um servidor Windows e o problema é que o servidor foi infectado por um vírus de compartilhamento e agora além de infectar todos os desktops da rede com unidades mapeadas também resolveu bloquear aleatoriamente algumas portas do protocolo TCP o que força o seu restart. Para ficar mais legal, como iremos parar o servidor por cerca de 3 horas para a completa manutenção e remoção desse vírus, haja visto que o servidor executa um processo vital para a empresa.

    Creio que nem preciso entrar mais em detalhes.

    Então da próxima vez que for escolher uma plataforma para o servidor, por favor, pondere muito além do marketing brutal que existe em torno do Windows e dos aficcionados loucos que existem ao redor de toda distribuição Linux.

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  • 05mar


    Vamos lá pessoal a mais uma seção de links para fechar a semana:

    Por essa semana é isso.

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  • 05mar


    Estive lendo mais um post sobre a guerra entre o Firefox vs o Google Chrome.

    Na verdade a guerra recebeu mais lenha na sua fogueira depois que o Chrome passou a aceitar extensões, tentando assim ofuscar um dos recursos mais interessantes do Firefox, porém pelo que vi o repositório de extensões do Google para o Chrome ainda tem muito a desejar.

    As extensões do Firefox além de ganhar em número ganha também em qualidade, temos extensões já em estado avançado de maturidade e estabilidade trazendo recursos interessantes para quem quer mais que um simples browser.

    No meio dessa guerra a Microsoft vai na surdina gerenciando o desenvolvimento de seu Internet Explorer 9 e adota a clara estratégia de não chamar a atenção e deixar os dois maiores concorrentes se matarem para tentar provar de glórias passadas, da época que o Internet Explorer 6 reinava absoluto.

    O fato é que o Firefox tem muito mais experiência e que o principal trunfo do Google Chrome, que é tão falada performance de execução, irá sofrer muito com o uso de extensões.

    Outro ponto é que boa parte das ferramentas de segurança que trabalham integradas ao browser só o fazem com o Internet Explorer e Firefox, quebrando de vez a velha história que surgiu que o Chrome é mais seguro, se quiser tirar a prova faça você mesmo o teste:

    • Instale o antispyware Spybotfreeware);
    • Atualize o Spybot;
    • Imunize o sistema;
    • Navegue por alguns dias com o Chrome;
    • Repita a navegação com o Internet Explorer ou Firefox, melhor que seja com ambos;
    • Faça um scan completo com o Spybot e veja o resultado.

    Após o scan você verá várias ameças de segurança diversas (malware) instaladas e ativas somente no Chrome e tanto o Internet Explorer quanto o Firefox com um número bem menor ou mesmo com nada.

    O que quero demonstrar é que falta algo muito importante para o Google Chrome, é a maturidade e aceitação do mercado.

    Lembro que o Firefox sofreu muito nesse estágio inicial (e olha que nem tinha uma empresa gigante como o Google dando respaldo por trás), o caminho do Chrome ainda é longo, porém ele está no caminho correto.

    Agora afirmar que ele irá matar o Firefox ou até mesmo o Internet Explorer é querer muito de um garoto que ainda está aprendendo a andar sozinho.

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  • 04mar
    Categorias: Linux Comentários: 0


    Depois de vários longos anos e várias versões diferentes o tema Human, aquele tema marrom, que acabou virando símbolo do Ubuntu vai mudar.

    Depois de várias calorosas discussões entre os usuários que queriam uma mudança radical e os usuários que queriam preservar a identidade visual do Ubuntu, a Canonical deu o veredicto e decidiu pela mudança e batizou o novo tema de Light.

    Esse nome foi escolhido pelo seu sinônimo que o Ubuntu quer ser identificado agora, calor e claridade, ou trocando em miúdos: rápido e leve.

    Segue algumas fotos do novo Ubuntu:

    Nova logo do Ubuntu

    Nova logo do Ubuntu

    Tema Light versão dark

    Tema Light versão dark

    Tema Light versão clean

    Tema Light versão clean

    Tela de boot

    Tela de boot

    Tanto o tema padrão do Ubuntu como o site e demais subdivisões da Canonical referentes aos produtos da linha Ubuntu foram alterados seguindo as mesmas premissas.

    O tema Light vai estrear no Ubuntu 10.04 que será lançado em abril e os demais produtos devem seguir o mesmo cronograma.

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  • 04mar
    Categorias: Oracle Comentários: 0


    Alguns conhecidos andaram perguntando ao um tempo atrás se eu tinha algum contato que fosse DBA Oracle, ou seja, sobram vagas e faltam bons profissionais.

    Quando perguntei para o meu Network se alguém se enquadrava no perfil, além de não achar ninguém, fui indagado por muitos profissionais de TI que tinham vontade de começar a estudar e se tornar um DBA Oracle.

    Pesquisei e achei um vídeo interessante (cerca de 00:08 hrs) que ajuda a elucidar e direcionar o profissional, para que o mesmo tenha certeza que quer tomar essa direção na sua carreira.

    O vídeo está em inglês mas dá para se virar bem.

    Boa escolha a todos.

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  • 03mar
    Categorias: Oracle Comentários: 0


    Esses dias eu estava lutando com o Forms 6i da Oracle que em um determinado aplicativo sempre exibia o seguinte erro:

    ORA-01403: no DATA found

    Ou seja, não foram encontrados dados. Quem já trabalha com Oracle (PL/SQL em particular) sabe que tal erro é disparado quando uma select ou algum outro recurso que não foi tratado adequadamente com uma exception não retorna dados no array de retorno (fetch).

    Porém ao debugar esse Forms eu notei que todos os recursos de consulta retornavam dados e todos estavam sendo tratados com a exception no_data_found, era virtualmente improvável que o Forms disparasse aquele erro.

    Foi então que comecei a pesquisar o tamanho das variáveis, foi nesse ponto que notei que uma variável number(4) era alimentada pelos dados de um campo de determinada tabela onde o mesmo era um number(5).

    Então percebi que o Forms que já estava em produção a meses só passou a apresentar o erro naquele ponto (mesmo com o tratamento da exception) funcionou porque nunca a variável tinha sido preenchida com os dados do banco em mais de 4 posições, nunca até semana passada.

    Foi só compatibilizar o tamanho da variável do Forms para o tamanho igual ao que estava no banco de dados que o problema foi resolvido.

    Tomara que alguém da Oracle leia o post e melhore as mensagens de erro, iria facilitar muito a vida, principalmente de desenvolvedores iniciantes.

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  • 02mar


    A Sony realmente assumiu que o Playstation 3 tem um grave problema provocado pelo relógio interno do sistema.

    O problema na data alterava a data global do sistema e com isso o acesso a jogos on-line era prejudicado, pois pontuação e outros dados eram perdidos ou ainda nem era possível realizar o login ao sistema do jogo on-line.

    A Sony avisou que o problema já foi corrigido.

    Os usuários do Playstation 3 começaram a protestar no blog da empresa no dia 28/02/2010, o que leva a crer que o problema só foi detectado perto desse dia.

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  • 01mar
    Categorias: Linux Comentários: 0


    É fato que a Microsoft criou vergonha na cara e no Windows 7 melhorou bastante o suporte a hardware, o que evita, pelo menos a principio o principal dilema ao instalar o Windows, localizar e instalar os drivers corretos para o seu hardware.

    Um outro ponto em que o Linux é superior é na questão de instalação e remoção de software. Sem entrar no mérito da questão da maior facilidade de lidar com repositórios no Linux para localizar a sua aplicação ao invés de ficar procurando por toda a Internet por softwares espalhados como fazemos no Windows, no Linux temos um gerenciador de aplicações muito mais robusto e estável o que possibilita, principalmente no momento da remoção, que a mesma seja efetuada por completo, eliminando todos os rastros do software do seu sistema operacional sem maiores complicações.

    No Windows ao remover uma aplicação temos que lidar com problemas que vão de rastros deixados no registro do sistema até mesmo bibliotecas (.dll) que são acidentalmente apagados do sistema e ainda teriam uso.

    Nisso o Windows tem que melhorar muito e uma boa opção inicial é passar a criar repositórios, assim como no Linux, para efetuar um controle de fato sobre o que as aplicações fazem no sistema, afinal isso já foi até fator de reclamação da própria Microsoft, jogando a culpa dos inúmeros bugs do sistema nas costas do próprio usuário.

    Afinal, se o Linux, que é open-source e não vende licença de uso consegue manter seus repositórios porque que a Microsoft que ganha um bom dinheiro na venda direta de licenças não conseguiria implementar tal feito?

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  • 26fev


    Bem, é mais uma semana que se passa e vamos novamente aos links:

    Vocês já conhecem esse site?

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  • 25fev


    Desde vários meses atrás eu vejo profissionais da área de informática culpando a Adobe por inúmeras falhas de segurança que na maioria dos casos comprometem toda a segurança do computador.

    E o nome do vilão da Adobe é o Reader, isso mesmo, o famoso leitor de PDF.

    De acordo com a empresa Scansafe que monitora o tráfego da Internet, cerca de 80% dos códigos maliciosos utilizados para invadir e comprometer a segurança dos computadores são destinados a explorarem falhas de segurança contidas no Reader.

    Um número realmente alto e que com certeza deverá ser motivo de preocupação para os gestores de empresa principalmente, haja visto que, a grande maioria dos computadores que tem a finalidade de lerem arquivos no formato PDF executam o Reader da Adobe apesar de existirem outras opções mais leves e menos suscetíveis a falhas de segurança.

    Veremos o posicionamento da Adobe quanto a isso.

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