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O lançamento do iOS 7 foi mais uma atualização com a concorrência e agora rumores indicam que a Apple vai se render a mesma estratégia adotada pela Samsung e também por outras fabricantes de gadgets Androids: ter opções que atendam os três segmentos básicos do mercado mobile, ou seja, o low-end, o middle-end e o top-end.
Esta alteração profunda na estratégia da Apple se deve ao fato que rumores indicam que a Apple planeja em algum momento de 2013 lançar um iPhone de baixo custo, embora as especificações de hardware não foram ainda reveladas é provável que este modelo de iPhone tenha a carcaça de plástico (com várias opções de cores) e é provável que o preço fique em torno de US$ 99,00.
Outro rumor é que a Apple para não ficar para trás estaria pensando em segmentar o iPhone também pelo tamanho de tela e as opções seriam para que já no ano de 2014 fossem lançados um iPhone com tela de 4,7” e outro com tela de 5,7”, inclusive algumas fabricantes de componentes já relataram que a Apple estaria cotando especificações semelhantes às que acabei de falar.
Embora todos os macmaníacos neguem, depois do lançamento do iOS 7 ficou claro que a Apple não tem mais força para impor sua estratégia ao mercado mobile, demonstrou que está sentindo duramente o baque imposto principalmente pela Samsung com a sua linha Galaxy baseada no Android e somando a isso a notícia provável que a Motorola lançará a linha MotoX este ano para competir com a Samsung e indiretamente com a Apple a situação ficaria ainda mais delicada, pois perder o ritmo agora pode significar perder um grande volume de clientes em um futuro próximo.
É realmente muito provável que a Apple adote a estratégia de pulverizar o iPhone no mercado segmentando a marca (assim como a Samsung fez atendendo todos os segmentos e classes sociais) só resta saber se o valor da marca para o consumidor elitizado que é o atual mercado dominante da Apple irá “aceitar” ver a mesma marco do seu valioso iPhone estampada em um celular de US$ 99,00 que em tese qualquer perfil de consumidor poderia comprar. Seria então o final da era aristocrática da Apple e de sua linha iPhone.
Pelo sim ou pelo não é praticamente certo que a Apple lançará no segundo semestre deste ano o sucessor do iPhone 5 e o iPhone de baixo custo.
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Está se iniciando uma verdadeira batalha em torno do iOS 7, de certa forma isso é bom para a Apple, mas alguns meios de comunicação estão travestindo o lançamento do iOS 7 como algo inovador tanto em recursos como em design.
Em recursos o iOS 7 não traz nada de novo, é apenas uma forma que a Apple encontrou de implementar alguns recursos que a concorrência já tinha há anos, está mais para uma grande atualização do que algo novo.
Em termos de design também não é nada novo, aliás somente agora a Apple adotou o Flat design no iOS, coisa que o Google e a Microsoft já vinham fazendo desde muito antes com seus respectivos sistemas.
Agora a imprensa ataca a crítica do lançamento da Apple, alegando que todos os concorrentes copiam ou já copiaram a Apple, o fato é que existe uma distância considerável entre ver o concorrente com uma ideia e implementa-la em seu sistema e simplesmente gerar um clone, que foi o que a Apple fez com o iOS 7.
Quer exemplos?
O tão falado Flat design e ícones utilizados no iOS 7 pela Apple, remetem ao MOD do Android Miui que já existe com esta mesma cara a mais de 2 anos, é óbvio que isso foi mais que uma cópia foi um clone.
O gerenciador de multitarefa do iOS 7 parece ter sido arrancado de dentro de um Lumia executando o Windows Phone, tamanha é a semelhante, tanto em operação quando em visual.
E por aí vai, temos basicamente elementos clonados de 3 sistemas, o Android, o Windows Phone e até mesmo do já falecido Symbiam, e lembrem-se, como eu já disse, isso não é cópia, é clonagem.
E coisas que li por aí que a Apple adicionou camadas entre um ícone flat e uma imagem flat de fundo para dar profundidade e que isso é inédito em qualquer sistema, por favor, trabalhar um argumento com uma linha tão tênue quanto essa é o mesmo que dizer que o iOS 7 é um clone mas não é igual pois é executado dentro de um iPhone.
Resumindo, a Apple não inovou e muito menos lançou tendência, apenas está correndo atrás da concorrência, tentando não se distanciar muito para quem sabe no futuro próximo conseguir emplacar algo de realmente novo.
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O Google, a Microsoft, a Apple e a disputa
Sem comentários · Post por Petter Rafael em Apple, Google, Microsoft
Agora a pouco vimos a briga da Microsoft com o Google devido a API do Youtube, algo semelhante ao que aconteceu com a Apple no caso da API do Google Maps.
Ambos os casos tem muitas similaridades e singularidades, em ambos a Microsoft e Apple “exigem” que o Google libere recursos restritos de seus produtos sem oferecer nada em troca, sem acordos de parceria ou pagamento financeiro, seria mais ou menos como o Google exigisse que a Microsoft liberasse acesso ao código-fonte do Windows Phone e a Apple do iOS para que ele produza aplicativos melhores para o Android.
Resumindo querem que o Google corra o risco, gaste dinheiro e tempo produzindo e mantendo produtos para depois dá-los para que empresas concorrentes utilizem para minar outro produto do Google, no caso o Android.
Tanto a Apple como Microsoft são intolerantes e intransigentes quanto aos seus produtos e agora querem exigir que outra empresa não o seja?
Não dá.
O lema do Google é “Don´t be evil” ou “Não somos maus” em tradução livre e não “Somos idiotas”.
As alegações da Apple e agora da Microsoft sobre os produtos do Google é inadmissível, afinal como obrigar uma empresa a oferecer seus produtos de graça, ajudar nos custos ninguém quer.
A saída para a Apple foi desenvolver seu próprio (e ruim) App de mapas e talvez essa seja a saída para a Microsoft, só que na Microsoft como lidar com a base de usuários e vídeos que já estão no Youtube?
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Marca iPhone quase vai para o Banco do Brasil
Sem comentários · Post por Petter Rafael em Apple, Diversos
O Banco do Brasil teve a brilhante ideia de tentar tirar vantagem da vantagem da Gradiente sobre a Apple no caso da marca iPhone, coisa de empresa brasileira.
Para entendermos a situação, a IGB Eletrônica que é a empresa por trás da Gradiente passou por uma grave crise financeira a partir do ano de 2007 e por isso a IGB Eletrônica contraiu uma dívida de pouco mais de 957 mil reais junto ao Banco do Brasil e desse modo, provavelmente por observar o valor da marca iPhone os advogados do Banco de Brasil que já movia um processo contra a IGB Eletrônica para receber a dívida resolveram tomar a marca iPhone da Gradiente.
Caso o processo fosse bem sucedido a marca iPhone iria para leilão e é bem provável que a Apple pudesse enfim comprar os direitos de uso da marca iPhone no Brasil, talvez até mesmo em uma situação mais favorável do que enfrentaria ante a Gradiente.
Felizmente para a Gradiente uma petição restituiu o direito de posse da marca iPhone para as mãos da Gradiente.
Uma coisa que realmente não concordo foi a atitude de urubu do Banco do Brasil, mediante a situação um pouco mais de espera e uma simples negociação com a IGB Eletrônica poderia resultar no pagamento da dívida quando a Gradiente entrasse em acordo com a Apple, mas uma atitude dessas de um banco que se diz dos brasileiros somente iria jogar uma pá de cal em cima de uma empresa brasileira e favorecer exclusivamente uma empresa estrangeira.
Antes que me critiquem, o valor que um provável leilão da marca iPhone poderia obter seria muito menor que o valor que a Gradiente pode obter da Apple pelos direitos de uso da marca, já que em posse da Gradiente a mesma tem poder de acionar e vetar a venda de iPhones no Brasil, o que seria bem desagradável.
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Finalmente a redução de preços dos smartphones
Sem comentários · Post por Petter Rafael em Apple, Clientes, Diversos
Finalmente foi assinada a redução dos preços dos smartphones, a partir de agora todo smartphone até o valor de R$ 1.500,00 no preço de varejo e que sejam montados em território nacional terão descontos das alíquotas de PIS e CONFINS.
Os preços não irão cair de imediato para o consumidor final, mas é provável que os preços cedam com o passar dos meses e que no Natal (período de maior venda no segmento) de 2013 a concorrência se acirre e o desconto nos impostos seja replicada na integralidade para o consumidor final.
A Motorola, LG e Samsung serão as maiores beneficiadas com a nova lei, pois são as maiores produtoras de smartphone low-end e middle-end que se encaixarão na lei.
Para quem percebeu a Apple anunciou dias antes que os preços do iPhone 4 e iPhone 4S irão baixar, justamente para o patamar máximo previsto na nova lei, algo diz que a Apple de alguma forma “adivinhou” sobre o anuncio e o texto da lei. Resta saber se a Apple irá repassar os preços reduzidos para seus clientes já que no caso da fabricação local, mesmo sendo beneficiada junto com a Foxconn o desconto nos preços não foram replicados para os consumidores.
É bem provável que nas próximas semanas as vendas de smartphones entrem em uma espécie de recessão devido à espera, por parte dos clientes, para que os preços sejam reduzidos.
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Novamente a Apple joga totalmente contra seus próprios usuários e removeu da Apple Store o App AppGratis, para quem não sabe o AppGratis tinha a modesta função de oferecer um App pago de forma gratuita entre outros pagos, assim estimulava quem não tinha tanto dinheiro para gastar a expandir as funcionalidades do seu iPhone.
Como já é de costume para a Apple, ela simplesmente removeu o App alegando que ele viola as seguintes regras:
- 2.25 Apps que mostram Apps diferentes dos que você tem para comprar ou em promoção de forma similar ou para confundir com a App Store vão ser rejeitados.
- 5.6 Apps não podem usar notificações push para enviar propaganda, promoções ou qualquer forma de marketing direto.
Logo, é bem provável que outros Apps do mesmo gênero também sejam sumariamente removidos da Apple Store.
Uma atitude unilateral, não seria mal se a Apple procurasse um entendimento com o desenvolvedor do App já que ele possuía mais de 10 milhões de usuários para procurar uma solução conjunta onde tanto a Apple como o desenvolvedor e usuários saíssem ganhando.
Mas uma razão para os usuários realizarem jailbreak e começarem a instalar Apps fora da Apple Store.
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Para quem não conhece o PagSeguro é uma plataforma que permite que pequenas empresas e profissionais autônomos que não querem investir no desenvolvimento de um sistema para transações financeiras possam gerar boletos ou ainda receber pagamentos via cartão de crédito inclusive com parcelamentos, é 100% brasileiro e muito utilizado por aqui.
Basicamente o sistema do PagSeguro funcionava via Web, mas agora também foi liberado um App gratuito para Android e iOS desenvolvido pelo próprio PagSeguro que permite que transações sejam realizadas via smartphone.
A grande novidade é que quem possuir um iPhone, iPad, aparelhos da linha Galaxy e de mais alguns modelos poderá comprar um dispositivo conecta-lo na saída do fone de ouvido e começar a passar o cartão de crédito direto neste dispositivo, fazendo a transação pelo App do PagSeguro, como se fosse um terminal porém sem a necessidade de toda a tarifação que um lojista precisa desembolsar.
O dispositivo está à venda e custa R$ 118,00 e ainda pode ser parcelado em até 12 vezes.
Para quem tem smartphones que não são compatíveis a saída é digitar os dados do cartão de crédito no próprio App, um método mais manual mas bem funcional.
Em questão a segurança, os dados não são armazenados no smartphone e são transmitidos com conexão criptografada, o que pode vir a ocorrer é que algum tipo de malware seja instalado no smartphone e capture os dados no momento da digitação ou algum usuário do PagSeguro sem muito conhecimento instale alguma versão do App de uma fonte insegura (download de um site qualquer, por exemplo) modificado para repassar os dados para um terceiro.
Por hora estes problemas ainda não ocorrem pelo próprio fator novidade, mas é preciso tomar cuidado e que seja estabelecida uma política de privacidade clara por parte do PagSeguro para que casos de roubo de informações não tornem o App impraticável.
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Antes do advento das redes sociais, aqui podemos incluir Orkut, Facebook, Twitter e outras menores, conseguir a data de nascimento, nome da mãe ou esposa era uma tarefa árdua, principalmente se você nunca tivesse tido contato com a pessoa que estava sendo pesquisada.
Só que isso mudou e agora está afetando a maioria dos sistemas de login.
Grande parte dos sistemas baseados na Web partem da premissa (real, diga-se de passagem) que um dia o usuário poderá esquecer a sua própria senha de acesso e por isso criam um mecanismo para que o mesmo possa recuperar ou pelo menos alterar a sua senha nestes casos.
Geralmente estes sistemas se baseiam no endereço de e-mail, data de nascimento, nome da mãe ou nome da esposa e hoje estas são informações muito fáceis de serem encontradas em qualquer rede social.
Desse modo vários usuários estão reclamando de diversos sistemas diferentes que estão tendo suas senhas roubadas ou redefinidas sem a sua permissão, é a famosa engenharia social afetando desta vez os desenvolvedores de software.
O método não é tecnicamente inovador, para falar a verdade, em termos técnicos o golpe é primitivo, porém muito funcional na prática. O atacante pesquisa os dados de uma determinada vítima qualquer e depois vai checando (com a ajuda da rede social) quais sistemas on-line ela possa ter conta e a partir daí vai tentando redefinir a senha com base nos dados obtidos na rede social (estes dados geralmente estão liberados em modo público).
O mundo da internet evoluiu e os desenvolvedores não.
Quer um exemplo de um golpe desses bem sucedido? Esta semana veio a tona que usuários do iCloud (serviço da Apple) estavam tendo suas senhas redefinidas utilizando exatamente este golpe. Este é somente um exemplo de muitos que vemos por aí.
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Gradiente e Apple podem entrar em acordo
1 comentário · Post por Petter Rafael em Apple, Diversos, Tecnologia
Lembram-se de quando veio à tona que a detentora da marca iPhone no Brasil era a Gradiente e com isso ela renomeou um smartphone de sua linha com a marca iPhone?
Lembram-se de quando os advogados da Apple disseram que os direitos sobre a marca da Gradiente estavam vencidos (caducado)?
Agora veio a público que os advogados que estão a serviço da Apple suspenderam por 30 dias o processo contra a Gradiente (engraçado isso, tecnicamente a Apple violou os direitos da Gradiente e ainda os processou) e neste meio tempo é esperado que ambas as empresas cheguem a um acordo sobre o licenciamento da marca iPhone para a Apple.
Acordos como este envolvendo a marca iPhone e iPad já ocorreram em diversos outros países e quase sempre a Apple tem que desembolsar uma generosa quantia para não ter problemas com a venda de seus dois produtos mais lucrativos no momento.
Porém ambas as empresas já anunciaram que estão dispostas a irem aos tribunais se o outro lado não ceder (pura queda de braço), no caso da Gradiente a Apple pode conseguir um argumento favorável (não me pergunte como) e realmente cassar os direitos da Gradiente sobre a marca iPhone e para a Apple o problema é ainda maior, pois a Gradiente pode até mesmo conseguir a proibição das vendas do iPhone no Brasil enquanto o processo seja julgado, o que pode levar anos.
Em breve cenas dos próximos capítulos.
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AMD contra a Intel pela Apple
Sem comentários · Post por Petter Rafael em Apple, Novidades, Tecnologia
Parece uma luta de David contra Golias, e como na história bíblica David parece estar vencendo, é esta a batalha da AMD com a Intel.
Existe um rumor de que a Intel está a mais de um ano negociando a sua linha Atom para smartphones e tablets com a Apple, de fato esta negociação faz sentido, já que a Apple luta nos tribunais há anos contra a Samsung e hoje quem produz os processadores A6 e A6X para a Apple é a Samsung.
O problema é o preço, a Intel conseguiu se reafirmar no mercado como processadores de boa eficiência energética aliado a bom desempenho, porém o preço premium não vai agradar muito a Apple e é neste ponto que a AMD tem conseguido bons contratos.
O caso da AMD é bem curioso, há anos atrás, na época do Pentium 4 da Intel a AMD entrou no mercado surpreendendo e provando que o clock maior não necessariamente significa melhor performance e a linha Athlon dava um banho de desempenho na linha Pentium 4, mas a Intel virou o jogo e hoje a AMD corre para firmar o conceito de APU´s no mercado e segue sem um processador top de linha para brigar de frente com o Core i7 da Intel, porém o desempenho gráfico e preço tornam os processadores e APU´s da AMD muito atrativos para a indústria.
Tanto que a AMD conseguiu fechar um bom contrato com a Sony e irá fornecer os processadores do novo Playstation 4 que foi migrado para a plataforma x86 pela Sony e o mesmo pode acontecer com a Apple.
A AMD pode estabelecer um melhor custo-benefício para a Apple e pode simplesmente “roubar” a negociação da Intel e fechar um contrato com a Apple, em um possível migração desta, que além do hardware irá também envolver o software de todo o ecossistema.
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