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Enquanto os holofotes se concentram na quarta geração de processadores da Intel e da sua nova linha de GPUs embarcadas a AMD dias antes anunciou a terceira geração dos processadores A-series.

AMD Richland contra Intel Haswell, quem vence?

AMD Richland contra Intel Haswell, quem vence?

Basicamente podemos dividir a linha A-series da AMD em 3 segmentos:

  • Temash: este segmento é destinado aos tablets mais parrudos, vai concorrer diretamente com a linha Atom da Intel, fica entre os processadores ARM e os x86. Eles são dois processadores dual-core (A4-1200 e A4-1250) e um quad-core (A6-1450), todas essas APUs ficam na casa dos 1Ghz, embora o foco não tenha sido performance a AMD melhorou substancialmente a performance e conseguiu uma boa redução no consumo energético.
  • Kabini: é o segmento destinado aos híbridos e conversíveis e vai bater de frente com a linha ULV da Intel, tiveram ganho de 50% de performance para a geração anterior e também uma redução significativa no consumo energético.
  • Richland: esta linha é destinada aos notebooks que exigem maior performance e será abrangido por modelos A-8 e A-10 avançados, a AMD também conseguiu uma melhoria significativa no consumo energético aumentando assim a autonomia de bateria.

Como ficou claro a AMD vai bater de frente com a Intel, inclusive em mercados base e importantes, como o segmento de entrada onde atua a linha Atom da Intel.

Falando em novidades, a nova GPU Iris da Intel, por melhor que possa ser, ainda é muito cedo para que sua performance se aproxime do obtido pela AMD, que ao comprar a ATI conseguiu se especializar em GPUs e apresenta em suas APUs os melhores chipsets gráficos embarcados,

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O calcanhar de Aquiles da Intel sempre foi o baixo desempenho das suas GPU´s, constantemente utilizadas integradas as suas CPU´s ou ainda embarcadas em uma motherboard (se falarmos de uma arquitetura mais antiga).

As a Intel promete mudar isso na próxima geração de seus processadores e o codinome da nova linha de GPU será Iris.

GPU Iris e seu gráfico de performance

GPU Iris e seu gráfico de performance

A GPU Iris poderá ter até o triplo de desempenho se comparada com a atual linha, a Intel HD 4000, resta ver se realmente a Intel irá conseguir entregar o que prometeu já que faz muito tempo que esta promessa vem sendo feita e todos sabemos que o know-how da Intel é CPU e não GPU.

Um detalhe interessante é que nem todo processador da linha Core da próxima geração virá com a GPU Iris, alguns modelos de entrada ainda continuarão a utilizar a linha Intel HD com algumas melhorias mas ainda longe do anunciado desempenho da linha Iris.

Os equipamentos que possuírem a GPU Iris serão identificados, provavelmente por adesivos como vemos nos notebooks, e tudo indica que o marketing da Intel irá tentar montar uma referência da marca Iris, como a AMD fez com a Radeon e a nVidia com a GeForce.

Mesmo que a linha de GPU´s Iris não entregue toda a performance anunciada pela Intel, ela pelo menos servirá para adicionar mais um ingrediente a briga de GPU´s, hoje um mercado dominado pela AMD e nVidia.

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Parece uma luta de David contra Golias, e como na história bíblica David parece estar vencendo, é esta a batalha da AMD com a Intel.

Existe um rumor de que a Intel está a mais de um ano negociando a sua linha Atom para smartphones e tablets com a Apple, de fato esta negociação faz sentido, já que a Apple luta nos tribunais há anos contra a Samsung e hoje quem produz os processadores A6 e A6X para a Apple é a Samsung.

Intel + Apple?

Intel + Apple?

O problema é o preço, a Intel conseguiu se reafirmar no mercado como processadores de boa eficiência energética aliado a bom desempenho, porém o preço premium não vai agradar muito a Apple e é neste ponto que a AMD tem conseguido bons contratos.

O caso da AMD é bem curioso, há anos atrás, na época do Pentium 4 da Intel a AMD entrou no mercado surpreendendo e provando que o clock maior não necessariamente significa melhor performance e a linha Athlon dava um banho de desempenho na linha Pentium 4, mas a Intel virou o jogo e hoje a AMD corre para firmar o conceito de APU´s no mercado e segue sem um processador top de linha para brigar de frente com o Core i7 da Intel, porém o desempenho gráfico e preço tornam os processadores e APU´s da AMD muito atrativos para a indústria.

Tanto que a AMD conseguiu fechar um bom contrato com a Sony e irá fornecer os processadores do novo Playstation 4 que foi migrado para a plataforma x86 pela Sony e o mesmo pode acontecer com a Apple.

A AMD pode estabelecer um melhor custo-benefício para a Apple e pode simplesmente “roubar†a negociação da Intel e fechar um contrato com a Apple, em um possível migração desta, que além do hardware irá também envolver o software de todo o ecossistema.

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Rumores indicam que a Intel vem trabalhando muito, nos últimos meses, em um mercado bem diferente do seu habitual, ela planeja entrar no mercado de mídia.

Se tudo correr conforme a Intel planeja ela deverá lançar uma plataforma de TV on-line e de conteúdo sob demanda, tendo inclusive diversas negociações em andamento com geradores de conteúdo para formar sua grade.

O serviço será baseado em TV via internet com um decodificador (ainda não foram apresentado maiores detalhes) e deverá se chamar Intel Media.

Tal estratégia por parte da Intel demonstra duas situações, a primeira é que o setor de serviços com foco em mídia on-line está em franca expansão e é muito mais rentável e fácil de operar que o desenvolvimento e produção de processadores e em segundo que a Intel por se espelhar em serviços semelhantes já funcionais projeta um aumento substancial na demanda por este tipo de serviço.

Por hora, empresas como a responsável pelo Netflix tem conseguido obter bons resultados o que deverá se expandir com a popularização do 4G e a constante melhoria de cobertura e velocidade das redes de dados móveis e fixas no geral.

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Estive vendo as últimas notícias do mundo dos processadores e tem muita gente reclamando do processador da AMD AMD FX 8350 que por ter oito núcleos e funcionar a 4 Ghz teria (em teoria) a obrigação de ter performance melhor que o processador da Intel Core i7-3770K que tem quatro núcleos e funciona a 3,5 Ghz.

O fato é que são dois processadores completamente distintos, o número de núcleos e clock nunca foram referência única para determinar a velocidade de um processador.

Processador AMD AM3 FX 4100

Processador AMD AM3 FX 4100

De fato a AMD não tem um processador para brigar pelo topo de linha da Intel, mas por uma questão de estratégia, em primeiro lugar as vendas deste processador da Intel são mínimas pois são destinadas ao usuário final (entusiastas) e o preço limita muito suas vendas e segundo pois a arquitetura dos processadores da AMD é completamente do que a da Intel.

Processador Intel Core i7

Processador Intel Core i7

A Intel prega força bruta de processamento e realmente neste quesito a Intel ganha, porém a performance global, aquela que você percebe ao utilizar um computador não é ditada somente pelo poder de processamento é um conjunto de fatores e não são raros os casos de que um computador montado com os processadores da Intel top de linha possuem gargalos, onde o processador trabalha de forma excelente mas tem um barramento interno péssimo e uma performance de vídeo integrado degradante.

Já a AMD se vale da experiência em produção de GPU´s vindas da compra da extinta ATI para formar um ótimo conjunto, veja o caso das APU´s da AMD, tem um desempenho de vídeo (GPU) melhor do que muita placa de vídeo off-board low-end que vemos por aí, coisa que as GPU´s da Intel estão longe de conseguir.

Outro detalhe é que o barramento entre CPU e GPU é excepcional nas APU´s d a AMD, somando isso ao fato de que a APU tem a capacidade de direcionar o fluxo de processamento entre CPU e GPU (desde que o software sendo executado permita) o resultado é impressionante, mesmo uma CPU bem mais fraca é possível notar uma grande diferença na performance percebida do computador. Quer um exemplo?

A AMD tem feito lobby, tanto com a Microsoft para o Windows se entender melhor com o conceito de APU que é relativamente novo como com os players dos principais software aplicativos, um exemplo claro é o Photoshop que por implementar o SDK de APU tem um desempenho exemplar com uma APU AMD.

Comprar a performance única do processador entre AMD e Intel é o mesmo que comparar um sedan de luxo atual com um muscle car dos anos 70, o muscle car ganha na arrancada, pois tem potência de sobra no motor (processador), só que ao acelerar ao máximo o carro se torna instável e pode causar um grave acidente (gargalo) enquanto o sedan tem um conforme excepcional e te leva a qualquer lugar de forma rápida, performática e com conforto extremo (performance percebida).

Entenderam porque a maioria dos benchmarks peca em seus testes? Eles fazem uma análise singular quando a questão é muito mais complexa.

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Desde os primórdios dos primeiros processadores a Intel impôs que a performance de um computador dependia unicamente do processador que por sua vez teria a sua performance dependeria da velocidade do clock, por isso nos acostumamos que quanto mais clock melhor, mas não é bem assim que funciona uma métrica para medir o desempenho de um processador.

Muitos se lembram da época da primeira geração do Pentium 4 com clock de 3Ghz, anunciado pela Intel como o processador mais rápido, veio a AMD com um modelo com clock 2 Ghz e mostrou ao mundo que performance é bem diferente de ciclos de clock, tudo porque o processador da AMD mesmo tempo um ciclo de clock mais baixo e teoricamente retornava menos instruções ele otimizava o seu trabalho interno, fazendo mais e melhor por ciclo de clock e assim ganhando em performance do processador Pentium 4 da Intel.

Hoje então, com tantos parâmetros e números fica muito difícil de avaliar qual é o melhor processador ou o melhor processador que você pode comprar, o que varia muito pelo perfil de uso de cada um, assim surgiu o CPUBoss, que tem a nobre função de reunir dados de uma porção de benchmarks espalhados pela internet e reunir seus resultados, facilitando muito a escolha de um processador.

O serviço permite a comparação de processadores para desktops, notebooks, tablets e smartphones, lembrando que o processador, embora muito importante, não é o único nem o principal envolvido na performance global de um gadget, nos casos dos desktops e notebooks o maior vilão ainda é o acesso a disco (para quem não utiliza discos SSD) seguido de perto pela barramento de comunicação da motherboard (responsável pela troca de dados entre todos os periféricos conectados na motherboard) afinal de nada adianta um processador ultra potente se a comunicação dele com o HD ou com a memória RAM é lento, a performance percebida de uso cai.

Tela de comparação de processadores

Tela de comparação de processadores

No caso dos tablets e smartphones o que vai impactar muito é a velocidade das memórias e também o barramento de comunicação entre os periféricos.

Resumindo, o CPUBoss vai ajudar muito, mas o mais interessante ainda é manter o equilíbrio.

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CES 2013 rolando e agora é a vez de falarmos um pouco da Intel.

Como todo o mundo de tecnologia respira mobilidade, praticamente todos os lançamentos relevantes do segundo semestre de 2012 tiverem relação ao segmento mobile, seja software ou hardware, e pela tendência é que todo o ano de 2013 também seja assim.

Em 2012 uma parceria entre a Motorola e a Intel permitiu o lançamento de um smartphone com um processador Intel Atom executando Android, estamos falando do Razr I, ele é particularmente importante não por ser o primeiro smartphone a utilizar um processador x86, pois vários xing-ling chineses já existem com processadores Atom, mas por ser o primeiro smartphone de qualidade de um grande fabricante há adotar a plataforma x86 em detrimento da plataforma ARM.

Intel anunciando sua nova linha de processadores - CES 2013

Intel anunciando sua nova linha de processadores – CES 2013

Os primeiros reviews apontam para um bom aparelho, afinal é um processador Atom rodando a 2.0 Ghz e mesmo sendo single-core ele supre as principais necessidades de um smartphone.

Já a campanha de marketing promovida pela Intel massificou o termo “poderoso processador Atom para smartphonesâ€, menos Intel, todos que acompanham o mercado de TI sabem que toda a linha Atom é dedicada ao segmento low-end, em suma, são processadores mais baratos e com menos performance.

Mas porque toda essa introdução?

A Intel anunciou uma expansão dos processadores da linha Atom dedicada ao segmento mobile, então em 2013 veremos um processador Atom dual-core ser lançado com a intenção de suprir smartphones topo de linha e também teremos modelos da linha Atom com a intenção de suprir o mercado de smartphones middle-end (médio mercado).

Mas algumas coisas me preocupam em colocar um processador x86 adaptado para funcionar dentro de um smartphone ou tablet, por melhor que tenha sido a sua construção a antiga plataforma x86 foi desenvolvida pensada em desktops e por muito tempo atravancou o desenvolvimento de notebooks menores, o que dirá agora um processador deste enfiado dentro de um smartphone.

Alguns pontos ainda não me convenceram de que foram de fato vencidos pela Intel ao utilizar a plataforma x86 no lugar da plataforma ARM:

  • Como fica o consumo energético? A plataforma x86 é muito mais beberrona do que a plataforma ARM, por melhor que seja a otimização da Intel, não existem milagres;
  • Como fica a dissipação de calor? Afinal mais energia consumida gera mais calor e o sistema de dissipação de calor em um smartphone é muito diferente de um notebook por exemplo;
  • Como fica o Android? Ele foi originalmente pensado e projetado para ser executado em um ARM, como fica esta modificação para utilizar um processador x86;
  • E por fim, como fica os App, todos serão realmente compatíveis?

A ideia pode ser boa, porém ainda existem algumas barreiras que devem ser vencidas e testadas para que de fato sejam maduras o suficiente.

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Esta semana correu um rumor de que a partir de 2014 a Intel iria abandonar o encapsulamento BGA de seus processadores e com isso todos seriam soldados na motherboard impossibilitando o upgrade somente do processador e mesmo impossibilitando a troca do mesmo por um possível defeito, para tanto teria que ser realizada a troca da motherboard junto com o processador.

Processador

Processador

Realmente a notícia, caso se confirme, será um banho de água fria para os proprietários de desktops, que vez por outra experimentam trocas e mudanças, isso já se tornou Cult no meio informático.

Por enquanto a Intel não se pronunciou sobre o caso, porém e provável que a Intel adote a mesma estratégia que está sendo adotada na engenharia de alguns notebooks, onde os processadores de baixo custo podem vim soldados na motherboard enquanto que os demais processadores continuam utilizando o encapsulamento BGA.

Enquanto o assunto ferve para o lado da Intel, a AMD já anunciou que todos os seus processadores irão continuar utilizando encapsulamento BGA e que não irão adotar nenhuma estratégia que vise à solda dos processadores na motherboard, só não explicaram porque tem uma enxurrada de APU´s da AMD que são soldadas na motherboard e não utilizam encapsulamento BGA.

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A tecnologia da ARM para construção de processadores parece estar tomando proporções gigantescas, afinal impulsionada com o crescente aumento da computação móvel, os processadores ARM são famosos pelo baixo consumo de energia aliado ao bom desempenho.

Tanto é fato que a AMD já anunciou que está desenvolvendo processadores do padrão ARM destinados a servidores de cloud computing e parece que agora a própria ARM divulgou informações que parecem ligar diretamente qual o tipo de processador a AMD está desenvolvendo.

A ARM divulgou em nota que pretende lançar dois novos processadores, o Cortex-A53 de baixíssimo consumo energético e destinado a gadgets de baixo custo e o Cortex-A57 que prometem altíssimo desempenho sem aumentar demasiadamente o consumo de energia, ambos formam a família de processadores Cortex A-50 da ARM.

Mas o mais interessante é que estes processadores terão suporte a 64-bit, ou seja, irão libertar os gadgets atuais da limitação de 4 Gb de RAM sem utilizar de subterfúgios.

Para finalizar, os novos processadores da ARM ainda irão integrar uma tecnologia chamada de big.LITTLE que consiste em implementar núcleos de alto desempenho para as tarefas que assim exigirem e núcleos de consumo extremamente baixo de energia somente para atender as tarefas de stand by.

A ARM espera que os interessados já coloquem no mercado os novos processadores em 2014 e dentre os interessados está a Broadcom e AMD.

Seria agora o fim do reinado dos processadores padrão X86? É bom a Intel começar a se movimentar ou para frear o aparente ataque do padrão ARM na computação desktop, atual reinado do X86 ou então se aprofundar no padrão ARM para não afundar junto com o padrão X86.

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Falamos que começam a surgir os primeiros smartphones executando Android utilizando processadores da linha Atom da Intel.

Se para ambientes desktop o processador Atom é um tanto fraco para um smartphone os Atom´s preparados para esta plataforma tem demonstrado uma bom desempenho, mesmo os single-core devido, em partes, a tecnologia Hyper threadding da Intel que simula dois núcleos.

Porém uma questão que já mencionei aqui realmente veio à tona quando convidados na IFA colocaram a mão e testaram os smartphones com processadores Atom: o calor na área próxima onde o processador se localiza.

Este calor que indica um aquecimento, que mesmo dentro dos padrões se torna um pouco “estranho†ao ser percebido pelo usuário, não ocorre com smartphones que utilizam a plataforma ARM, sinal de que a Intel ainda tem um longo caminho neste segmento, mesmo tendo iniciado com dois pés direitos superar o legado ARM no mercado mobile não é algo fácil de ser realizado.

A AMD que parecia ter uma estratégia bem definida no mercado mobile tem perdido o bonde da evolução (mais uma vez) e sua demora em lançar processadores para este segmento pode significar a sua sepultura no futuro, já que é bem provável que a convergência entre os ambientes mobile e desktop funda os dois nichos de mercado e quem operar nos dois terá uma enorme vantagem, visto que a ARM já se arrisca no mercado desktop e a Intel começa a se aventurar no mercado mobile o futuro se torna cada vez mais sombrio para a AMD.

Uma pena, já que os processadores da AMD da linha Vision dão um banho em performance de uso real nos processadores da Intel. Fico imaginando o poder gráfico que um processador Vision poderia fornecer para um smartphone.

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