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Estamos para testemunhar mais um fato marcante na história da internet, já tivemos duas guerras dos browsers, a primeira tornou o Internet Explorer o padrão de browser na época e enterrou para sempre o Netscape, anos depois surgia o Firefox (utilizando partes do antigo Netscape) e uma nova guerra começou, o resultado disso foi a perda da hegemonia na internet pelo Internet Explorer, o Firefox vai bem obrigado até hoje e de quebra ainda vimos o nascimento do Google Chrome.

Agora na primeira semana de abril o Google anunciou (e a Opera corroborou) de que irá remover a engine WebKit do Chrome e que irá criar e utilizar uma nova engine, o Blink.

Agora é a vez da Mozilla.

A Mozilla anunciou que em conjunto com a Samsung estão desenvolvendo uma nova engine para o Firefox para Android, a engine é o Servo, e está sendo desenvolvimento utilizando a linguagem Rust (a linguagem Rust já está em desenvolvimento há alguns anos pela Mozilla, Samsung e um conjunto de programadores).

A necessidade de criar uma nova engine surgiu da necessidade da Mozilla de utilizar uma engine projetada para ambientes mobile a fim de aproveitar melhor os recursos de hardware da plataforma ARM e ser mais segura e no caso da Samsung em ter recursos para implementar o seu browser caso os rumos do Chrome no Android atrapalhem seus planos.

Em contrapartida nada impede que a Mozilla também substituía a engine Gecko no Firefox para desktop para o Servo.

Os desenvolvedores web já começam a sentir tremores, pois nestes casos sempre sobram dezenas de adaptações, POG´s em CSS e conflitos em diferentes browsers de diferentes versões.

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Foi liberado pela Mozilla a versão 20 do Firefox, sem muito alarde, aliás o Firefox já está há bastante tempo sem provocar nenhum tipo de hype. Veja as principais mudanças:

  • Mais melhorias de performance em ações comuns, como por exemplo, downloads, fechar abas, carregar páginas, etc;
  • Gerenciador de downloads redesenhado e melhorado;
  • Possibilidade de fechar plug-ins com lentidão sem atrapalhar a execução do Firefox;
  • Novas tag´s HTML5 suportadas;
  • Modo privativo: neste modo o Firefox não salva nenhum histórico ou cookie (é diferente do modo anônimo que impede a sua identificação por sites);
  • Suporte a tag HTML5 getUserMedia suportada. Agora o Firefox pode interagir com o microfone e webcam de seu computador, apenas com o seu consentimento (esta é a maior novidade);
  • Diversas correções de bugs (veja a lista aqui – está em inglês).

Basicamente o Firefox está mais rápido e mais responsivo no caso de execução de JavaScript, coisas que sempre atrapalharam um bocado o uso do Firefox e que aparentemente foi resolvido a partir da versão 19.

Firefox versão 20

Firefox versão 20

Para quem já tem o Firefox instalado o mesmo irá ser atualizado automaticamente, para quem não tem e quer experimentar pode fazer o download direto da Mozilla.

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Voltei a realizar testes de uso com a nova versão do Firefox, que atualmente está na versão 19.0.2.

Esta versão resolveu alguns problemas referentes a performance em equipamentos com GPU AMD HD (o meu caso) e com isso a tão esperada performance sempre anunciada pela Mozilla realmente foi alcançada, até mesmo a engine de JavaScript está mais responsiva e ágil em processar sites e sistemas Web.

A sincronização entre instalações de versões desktop e versões mobile está bem acertada, falando em mobile tanto o start do Firefox quanto a navegação em si está muito mais veloz que o Chrome (o Chrome para Android nunca foi um primor de desempenho), um ponto positivo é a renderização de fontes, muito superior ao Chrome.

E agora, qual browser escolher?

E agora, qual browser escolher?

Falando da versão desktop, o Chrome ainda tem um start mais rápido, mas com o Firefox eu termino primeiro, resumindo entre clicar no ícone do browser até o termino do carregamento de uma página o Firefox entrega primeiro que o Chrome (não estou fazendo nenhum teste específico, isso apenas foi notado na navegação usual do dia-a-dia, afinal existe teste melhor que este?).

Mais um ponto positivo em favor do Firefox é o fato dele utilizar o plugin do Flash ao invés de uma implementação própria. O Chrome peca nisso, afinal o desempenho de vídeos HD no Youtube ou outras fontes no Chrome exige muito mais do equipamento e tende a ser frustrante em equipamentos com hardware menos potente (ter que comprar um equipamento top de linha para assistir vídeos no Youtube é complicado), a experiência do usuário com o plugin do Flash é muito mais fluída e exige menos recursos de hardware.

Outro detalhe é que o Firefox tem consumido menos de CPU e memória RAM se comparado ao Chrome.

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A Mozilla lançou nesta terça-feira (08) a versão 18 do browser Firefox, foram poucas as mudanças na parte de interface, contudo as mudanças internas foram grandes, de acordo com a própria Mozilla.

Os destaques nas alterações do Firefox foram o suporte para telas de Retina Display, aqui os usuários dos produtos da Apple devem ter pulado de alegria, contudo também irão se beneficiar os usuários de outros gadgets que também possuem telas com alta concentração de pixels.

Como é de costume a Mozilla promete que o Firefox, que agora está utilizando a engine IonMonkey para processamento de JavaScript irá renderizar páginas com esta tecnologia cerca de 25% mais rápida, como sempre digo, se todas as promessas de velocidade no processamento de JavaScript da Mozilla fossem reais o Firefox iria abrir as páginas antes de você clicar no link.

Outra novidade que merece destaque é a adoção da tecnologia WebRTC, que para quem não conhece foi desenvolvida pelo W3C e dará ao browser a capacidade de executar ligações e videochamadas sem utilizar nenhum plugin.

Para que quiser fazer o download do Firefox 18 o link é este.

Fonte: Jornalistas da Web

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A fundação Mozilla divulgou uma nota no mínimo curiosa, o Firefox 64 btis será descontinuado, no melhor estilo não foi fondo.

O Firefox 64 bits nunca foi de fato lançado, a Mozilla sempre anunciava um roadmap com o coitado e depois o seu lançamento era jogado para 2 ou 3 versões posteriores, só para terem uma ideia, o anuncio oficial do Firefox 64 bits é para o Firefox versão 8 e hoje já estamos na versão 17.

Isto ficará na memória

Isto ficará na memória

A justificativa da Mozilla é que com o desenvolvimento do Firefox OS o projeto do Firefox 64bits se tornou irrelevante para a fundação, somando a isso temos o fato de que vários plug-ins e extensões simplesmente não possuem versões para 64bits e as que possuem apresentam muita instabilidade ao serem instaladas e utilizadas no Firefox.

O que a Mozilla parece não levar em conta é que 64 bits já está consolidado e devido a imensa necessidade de mais memória liberada para o sistema como um todo, utilizar 64 bits se torna a única solução viável.

Mais um detalhe é que já existem estudos e projetos em fase adiantada de pesquisa para sistemas de 128 bits, ou seja, quando sistemas de 128 bits começarem a despontar no mercado é óbvio que o padrão de 32 bits irá sucumbir, restando somente 64 bits, e nesta história, como ficam a Mozilla e o próprio Firefox? Será que ele será feito às pressas para suportar 64 bits.

Para ajudar ainda mais toda esta história, cada vez mais temos complexos sistemas rodando via web e com isso navegadores necessitam de mais e mais memória e como o Firefox é executado sob um único processo, ao contrário do Google Chrome, é bem provável que em breve o Firefox irá esbarrar no limite de acesso a memória imposto pelo padrão 32 bits, para a alegria da Mozilla.

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Seguindo os preceitos de lançar atualizações menores em menos espaço de tempo, no último dia 10 de outubro, a Mozilla lançou o Firefox 16, que basicamente conta com:

  • Melhorias na renderização de HTML5;
  • Melhorias na renderização de CSS3;
  • Engine JavaScript mais rápida;
  • Correção de diversos bugs apontados.

No dia 11 de outubro a Mozilla removeu a versão 16 do Firefox e voltou à versão 15.0.1 na área de downloads, tudo porque foi detectada uma falha de segurança grave que permitia que um site malicioso obtivesse uma lista dos últimos sites visitados pelo usuário.

A versão 16 do Firefox somente voltará na área de downloads quando uma correção para a falha de segurança for lançada, para quem já instalou o Firefox 16 a Mozilla recomenda fortemente que seja realizado o downgrade para a versão 15.0.1, para quem insistir em utilizar a versão 16 do Firefox uma atualização automática irá ocorrer assim que a falha de segurança for solucionada.

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O pessoal sempre crucificou o Firefox devido ao seu consumo de memória, considerado alto, eu nunca dei muita atenção para isso, afinal, hoje, memória RAM é o componente mais barato e é comum qualquer notebook ou desktop vir com mais de 2 GB de memória o que deixa o consumo médio do Firefox irrisório. Levando em conta que era possível que várias abas e várias extensões estariam em execução o consumo de memória no Firefox nem era dos mais altos.

Um detalhe que realmente incomodava e atrapalha a navegação no Firefox era a lentidão no processamento de JavaScript, principalmente em sites que utilizavam de forma massiva Ajax, o delay retirava a paciência até de monges tibetanos.

Veio então a tona que a versão 18 do Firefox viria com uma nova engine para processamento de JavaScript, resolvi então fazer o download do projeto Aurora (traduzindo: versão Alpha do Firefox) e em três dias de testes cheguei a conclusão que realmente o processamento de JavaScript está muito rápido e mesmo se tratando de uma versão Alpha não existem bugs graves.

Se o Firefox realmente conseguir modular uma engine com bom desempenho no processamento de JavaScript e levando em consideração que a quantidade e qualidade das extensões do Firefox são superiores as do Google Chrome e bem provável que o Firefox volte a crescer nas estimativas de uso.

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Sabe aquele browser que em 2002 surgiu timidamente para confrontar o onipresente Internet Explorer 6?

Eis que surgia o Phoenix que acabou por virar o Firefox, na época do seu lançamento o browser tinha apenas 8 Mb e bem menos recursos que tem hoje.

O tempo passou, o Firefox cresceu muito, mesmo ultimamente tendo perdido status para o Google Chrome ele deixa o legado de coragem e perspicácia e uma história de como uma fundação desafiou e venceu a maior empresa de software da ocasião, derrubando o reinado do Internet Explorer e abrindo espaço para outros browsers, como o próprio Chrome.

Vale lembrar que o Firefox ficou também marcado por alguns tropeços, um deles é o gerenciamento de memória RAM que é duramente criticado como muito alto para um browser ou ainda problemas com processamento massivo de JavaScript.

Mas nem tudo são problemas, o Firefox também ficou famoso por diversas inovações, uma delas foi a popularização do uso de abas em um broswer.

De qualquer forma, parabéns pelos 10 anos de vida completados em 23 de setembro de 2012.

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O Thunderbird ainda vive, para quem utiliza o cliente de email da Mozilla foi disponibilizada a versão 15, assim como ocorreu ontem com o Firefox.

Esta versão provavelmente será a última fornecida pela Mozilla que já anunciou que vai parar o desenvolvimento do Thunderbird em favor ao Firefox e Firefox OS. É quase certo que a comunidade irá prosseguir com o desenvolvimento do Thunderbird e é bem provável que em breve tenhamos um novo cliente de email, bem diferente do atual Thunderbird.

As principais novidades do Thunderbird são:

  • Nova interface Australis, a Mozilla utilizou o Thunderbird de cobaia para testar em larga escala esta interface que deverá aparecer no Firefox ainda este ano;
  • Melhorias de privacidade é possível definir no Thunderbird que não deseja ser rastreado na Internet;
  • Integração com ambientes de chat do Facebook, Google Talk e IRC (este é outro que morreu, mas continua vivo);
  • Suporte ao Ubuntu One;
  • Correção de bugs diversos.

Para quem ainda utiliza o Thunderbird o download da nova versão já está liberado.

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Seguindo o novo padrão de atualizações menores e constantes, a Mozilla lançou hoje a versão 15 do Firefox, como de costume com correções de bugs e poucos recursos novos.

Novo mesmo somente o recurso de manipular nativamente PDF, coisa que já estava prevista a duas versões atrás, pelo menos. Existe também um melhoria interessante, que é a melhora na atualização silenciosa, que agora está ainda mais discreta e menos intrusiva.

Para quem já tem o Firefox instalado basta puxar a atualização e para quem ainda não tem o Firefox instalado pode vir aqui e fazer o download.

Para quem utiliza a versão mobile também já está disponível na Google Play a nova versão do Firefox.

Fonte: Tecnoblog

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