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Logo depois de ter liberado a possibilidade de utilizar hashtags o Facebook libera mais uma melhoria: a possibilidade de adicionar fotos nos comentários.
Na caixa de texto onde é digitado o comentário terá ao lado direito um Ãcone de câmera fotográfica que ao ser clicado irá permitir selecionar uma foto do seu computador e enviar diretamente para o comentário.
Como restrição o Facebook não aceita GIF´s animados (ainda bem).
Para utilizar o recurso somente via versão desktop ou pelo App no smartphone ou tablet. Devido ao tamanho do Facebook o recurso vai ser liberado aos poucos, se você ainda não tem acesso basta aguardar alguns dias.
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As manifestações no Brasil, viva a tecnologia
Sem comentários · Post por Petter Rafael em Diversos, Tecnologia
Desde a semana passada o Brasil vem novamente vivenciando uma onda de protestos, manifestações e descontamento com a forma como governantes e serviços públicos atendem a população, digo novamente pois isso nos remete a um passado recente de caras pintadas e um pouco mais atrás no tempo temos inúmeros casos de protestos contra a ditadura da época.
Mas deixando de lado quem está certo e quem está errado, quem bateu e quem apanhou, nos concentrando no objetivo deste blog que é tratar de tecnologia, vocês já notaram o tamanho do aparato tecnológico está sendo empregado nos protestos? E de ambos os lados!
Falando do lado da polÃcia, são comunicadores, helicópteros dotados de câmeras dos mais diversos tipos e demais equipamentos que garante monitoramento da ação dos manifestantes tanto por parte dos policiais que gerenciam a ação como dos policiais que ficam na linha de frente.
Falando do lado da imprensa a tecnologia fala ainda mais alto, são câmeras HD, equipamentos de telecomunicações que permitem a replicação dos acontecimentos em tempo real diretamente do foco dos protestos, tudo on-line, houve até mesmo a utilização de um drone dotado de uma câmera para imagens mais diretas de onde nem mesmo um helicóptero poderia fazer.
Mas é por parte dos manifestantes que a tecnologia floresce de sua forma mais pura e direta, a geração Y mostrou que pode reverter os seus tantos gadgets em benefÃcio próprio, são fotos e vÃdeos postados em tempo real e distribuÃdos a milhares de pessoas via rede social, que tem demonstrado uma ferramenta de divulgação nunca antes vista, rivalizando e até mesmo ganhando em relevância da mÃdia tradicional (jornal, revista e televisão).
Dotados de smartphones com acesso 3G ou até mesmo 4G, câmeras de alta definição os manifestantes fazem in-loco vÃdeos e fotos dos acontecimentos sem a necessidade de interpretação de uma equipe de imprensa e o melhor, são totalmente livres, não possuem vÃnculos com nenhuma instituição, tanto do governo como privada.
A relevância das redes sociais é tamanha que ultrapassou os 79 milhões de acesso nos últimos dias somente as notÃcias sobre os protestos que estão ocorrendo no Brasil, criando uma rivalidade com a imprensa tradicional, arrisco dizer até mesmo que esta rivalidade é um dos pontos de protesto, já que diversos Ãcones da imprensa se mostraram parciais com as manifestações.
O alcance que a tecnologia mobile permitiu foi tamanho que até mesmo grupos de brasileiros em outros paÃses tem se juntado de forma virtual aos protestos que ocorrem no Brasil.
O alcance foi tamanho que além de divulgar, as redes sociais estão servindo de ferramenta para que novos protestos sejam organizados, marcados e agendados, garantindo organização e ação coletiva entre as diversas cidades do Brasil.
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Facebook com erro devido ao uso intenso
Sem comentários · Post por Petter Rafael em Diversos, Facebook
O Facebook acaba de sair do ar, a mensagem de erro apresentada para quem tenta acessar é esta:
Por enquanto alguns usuários já notaram o erro ao tentar acessar o Facebook e já estão “reclamando” no Twitter e outras redes sociais.
Provavelmente este erro de acesso se deve ao alto tráfego que tem sido registrado nos últimos dias, já que o Facebook, assim como outras redes sociais tem sido utilizados como uma espécie de plataforma para as manifestações que tomam conta do Brasil.
Os organizadores e a população em geral tem utilizado notadamente o Facebook para marcar locais e horários para os protestos, publicar vÃdeos das manifestações em tempo realmente assim como fotos.
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Falha de segurança detectada em diversos navegadores
Sem comentários · Post por Petter Rafael em Segurança
Um pesquisador de segurança russo testou com sucesso em vários navegadores uma falha que permite que o usuário libere o uso da sua webcam sem que ele perceba.
A falha de segurança é simples, consiste em implantar em um site aparentemente seguro um botão desenvolvido em Flash transparente em algum local onde o usuário provavelmente irá clicar (sobre o botão para assistir um vÃdeo, por exemplo), este botão tem a ação programada para acionar e liberar a webcam do computador.
A falha de segurança é antiga e existe desde 2011, na ocasião a Adobe divulgou uma nota afirmando que uma falha de segurança semelhante já havia sido resolvida, porém em testes recentes foi verificado que a falha de segurança ainda existe e afeta vários navegadores e versões.
A falha de segurança é particularmente perigosa pois pode dar acesso remoto a webcam e dessa forma o usuário pode ser gravado de qualquer lugar do mundo, o que além de uma violação de privacidade tem o potencial efeito que revelar dados sigilosos pelas imagens.
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O Twitter merece ser tratado como um caso à parte ao estudar uma rede social, ela é limitada, não é a rede social mais influente no momento e mesmo assim consegue criar hábitos e forçar que outras redes sociais assimilem estes hábitos.
Veja o caso das hashtags, foram popularizadas entre os usuários assÃduos do Twitter e com o tempo foi “contaminando†mesmo os que não utilizam o Twitter. Como?
Com os usuários do Twitter replicando o uso de hashtags em outras redes sociais, em emais e até mesmo em algumas publicações impressas o seu uso acabou por virar um hábito da vida moderna e assim o Facebook foi infestado de comentários, citações e postagens que utilizavam as hashtags, mesmo sem ter nenhuma utilidade prática.
A “pressão†dos usuários pela hashtag foi tanta que o Facebook anunciou que irá oferecer suporte ao uso de hashtags.
Embora tardio o suporte as hashtags pelo Facebook tem um apelo comercial, afinal, já que os últimos esforços por parte do Facebook tem se concentrado em otimizar o seu veÃculo de propagandas e de fornecer ferramentas para que anunciantes veiculem seus anúncios de forma satisfatório, as hashtags vão de encontro a isso sendo mais uma ferramenta.
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Depois de negar o conhecimento sobre o PRISM, Chris Gaither representante do Google relata um pouco mais detalhadamente qual é de fato a relação do Google com a NSA e a sua participação no PRISM.
De acordo com Chris Gaither existe um FTP seguro em algum dos tantos servidores do Google, este FTP é alimentado pelo Google pelos documentos solicitados pela NSA que simplesmente acessa o FTP e faz o download dos arquivos. Alguns documentos por incrÃvel que pareça são impressos e entregues em mãos.
O Google relata ainda que a NSA solicita dados sobre usuários do mundo todo e que vários pedidos da NSA são negados, sem realmente precisar o motivo deles serem negados ou ainda quantos usuários foram afetados por esta violação da privacidade, de acordo com o Google a NSA não permite que o número de usuários investigados seja revelado.
Porém esta declaração soa um tanto falsa e ensaiada, primeiro porque vem depois daquele documento que o Google (e também o Facebook) emitiram alegando desconhecer o PRISM, só que ambos os documentos eram similares demais e em segundo porque utilizar um FTP, para baixar um documento solicitado sobre uma investigação abrangente e de grande porte não me parece a melhor maneira.
Somando tudo, parece dar aquela impressão de que o Google e a NSA liberaram uma versão dos fatos para acalmar os ânimos e ver se a maioria engole e o assunto morre.
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Prefeituras agora podem fornecer planos de banda larga
Sem comentários · Post por Petter Rafael em Diversos
A Anatel libera para que prefeituras e entidades sem fins lucrativos prestem serviços de acesso à internet se assim quiserem.
A expectativa da Anatel é que o acesso à internet principalmente pela população de baixa renda e de áreas sem interesse comercial seja ampliado e o preço reduzido.
Antes era preciso que a prefeitura contratasse uma empresa especializada para prestar este serviço através do Serviço de Comunicação MultimÃdia, agora a própria prefeitura ou entidade sem fins lucrativos podem prestar diretamente o serviço através do Serviço Limitado Privado (SLP).
Para tanto é preciso que a prefeitura ou entidade sem fins lucrativo é preciso antes ser autorizado pela Anatel e pagar as taxas de Regulamento de Cobrança de Preço Público pelo Direito de Exploração de Serviços de Telecomunicações e pelo Direito de Exploração de Satélite – PPDESS, como qualquer empresa privada.
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Facebook e Google dizendo não ao PRISM
1 comentário · Post por Petter Rafael em Diversos, Segurança, Tecnologia
Com o advento da crise polÃtica e da divulgação da existência do PRISM, as empresas de tecnologia envolvidas em um possÃvel acordo de monitoração negaram veemente a sua participação ou ciência sobre a existência do PRISM, o Google na figura de Larry Page e o Facebook na figura de Mark Zuckerberg emitiram suas respectivas notas sobre o ocorrido, vejam:
Mark, Facebook:
Eu quero responder pessoalmente à s revoltantes notÃcias da imprensa sobre o PRISM.
O Facebook não faz e nunca fez parte de nenhum programa para dar ao governo dos Estados Unidos e a nenhum outro acesso direto aos nossos servidores. Nós nunca recebemos nenhum pedido ou ordem judicial de qualquer órgão do governo pedindo informações ou metadados em massa, como o que a Verizon teria recebido. E mesmo que tivéssemos, nós brigarÃamos contra agressivamente. Não tÃnhamos sequer ouvido falar no PRISM antes de ontem.
Quando governos pedem dados ao Facebook, nós revisamos cada pedido cuidadosamente para ter certeza que sempre seguem processos corretos e todas as leis aplicáveis, e só então damos a informação caso seja exigida por lei. Nós continuaremos brigando agressivamente para manter as suas informações seguras.
Nós encorajamos governos a serem muito mais transparentes sobre todos os problemas que visam manter a segurança pública. É a única forma de proteger todas as liberdades civis e criar a sociedade livre e segura que queremos a longo prazo.
Agora o Larry, Google:
Você já deve ter ficado sabendo das reportagens na imprensa que afirmam que empresas de internet se juntaram a um programa secreto do governo dos Estados Unidos chamado PRISM para dar à NSA acesso direto aos nossos servidores. Como CEO do Google e Chief Legal Officer, queremos que vocês saibam todos os fatos.
Primeiro, nós não entramos em nenhum programa que daria ao governo dos Estados Unidos – nem a nenhum outro governo – acesso direto aos nossos servidores. O governo dos Estados Unidos não tem acesso direto ou uma “backdoor†para as informações guardadas em nossos data centers. Nós não tÃnhamos ouvido falar em um programa chamado PRISM até ontem.
Em segundo lugar, nós fornecemos dados a governos apenas quando isso está de acordo com as leis. Nossa equipe jurÃdica revisa todos os pedidos, e frequentemente nega quando os pedidos são muito amplos ou não seguem o processo correto. Relatos na imprensa que sugerem que o Google está dando acesso aos dados dos nossos usuários são falsos, ponto final. Até as reportagens desta semana, nós nunca tÃnhamos ouvido falar em um pedido amplo como o que a Verizon recebeu – uma ordem que parece ter exigido que eles fornecessem gravações de ligações de milhões de usuários. Nós estamos muito surpresos ao saber que uma coisa assim exista. Qualquer sugestão de que o Google está fornecendo informações sobre as atividades na internet dos nossos usuários em tamanha escala é completamente falsa.
Finalmente, este episódio confirma o que há muito acreditamos – é preciso ter uma abordagem mais transparente. O Google trabalha duro, dentro das leis atuais, para ser aberto sobre o tipo de pedido de dados que recebemos. Nós postamos estas informações em nosso Relatório de Transparência sempre que possÃvel. Nós fomos a primeira empresa a fazer isso. E, é claro, nós entendemos que o governo dos Estados Unidos e outros precisam fazer medidas para proteger a segurança dos cidadãos – incluindo algumas vezes o uso de vigilância. Mas o nÃvel de segredo sobre os procedimentos legais atuais acabam com a liberdade que desejamos.
Resumindo, conforme o pessoal do Gizmodo já destacou, existe muitos pontos de “coincidência†em ambos os textos, ou ambas as empresas utilizam a mesma equipe jurÃdica e esta fez a mesma carta para ambas as empresas ou realmente as empresas estão envolvidas em conjunto com o governo dos EUA que instruiu como elas deveriam responder para corroborar uma situação criada para apaziguar os ânimos.
De qualquer forma tudo foi jogado para cima e muita coisa ainda será revirada nas próximas semanas.
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Dias atrás veio à tona um tal de PRISM, que nada mais é que uma iniciativa do governo dos EUA que obter dados e manter controle sobre o tráfego de internet. Ponto, é só isso.
Agora a parte ruim, todos estavam sendo espionados e ninguém sequer sabia de nada, é realmente uma operação gigante e muito bem articulada e o interessante é que tudo vai além da internet e também existe a coleta de dados telefônicos.
No caso os clientes da operadora Verizon eram monitorados e quando faziam ou recebiam ligações eram capturados as informações sobre a duração da chamada, localização dos aparelhos envolvidos na ligação além dos números de identificação IMEI e IMSI. Neste caso, dias após este fato ser revelado o governo dos EUA assumiram que realmente coletavam dados dos clientes da Verizon.
No caso do monitoramento do tráfego de internet, a NSA (agência do governo dos EUA responsável pelo caso) teria o poder garantido em lei desde 2007 de acessar servidores das empresas em busca de informações, porém veio a público que as próprias empresas estavam envolvidas em um acordo secreto e que forneciam acesso aos servidores para este tipo de monitoramento.
Assim, empresas como Microsoft (2007), Yahoo (2008), Google (2009), Facebook (2009), PalTalk (2009), YouTube (2010), Skype (2010), AOL (2011) e Apple (2012) aderiram ao PRISM, é claro que todas as empresas negam veemente terem conhecimento do PRISM ou de qualquer acordo para liberar o acesso aos servidores.
Só para entender, não é preciso assumidamente usar um Gmail ou qualquer produto direto das empresas acima, pois seus serviços são utilizados em diversos sites e sistemas web, como em casos de login, troca de informações com redes sociais, etc, assim o simples fato de acessar um site aparentemente fora desta situação poderia utilizar um serviço de uma das empresas acima e com isso te mandar para a lista de coleta de dados.
É óbvio que a coleta é automatizada e existe um algoritmo para isso, somente casos de suspeitas é que vão ser destinados para investigação, de cara é provável que ninguém fique lendo seus e-mails, um a um, a não ser que você esteja na lista de suspeitos por algum motivo.
E pensar que com a onda de cloud computing, este trabalho de monitoramento fica muito, mas muito mais fácil, pense nisso!
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Malware infecta usuários do Facebook
Sem comentários · Post por Petter Rafael em Facebook, Segurança
O malware Zeus existe desde o ano de 2007, onde um surto de infecções resultou em diversas prisões na Europa, depois em 2011 teve seu código-fonte vazado, vários crackers estão então refinando o código do malware Zeus e um novo surto de infecções toma impulso desde o inÃcio do ano.
O resultado de uma infecção do Zeus é bem comum, você terá dados pessoais e bancários roubados e provavelmente alguém irá utilizar estes dados para roubar a sua conta bancária, foi o que ocorreu em 2007 e o que está ocorrendo também este ano.
Mas o mais preocupante no Zeus é que até agora nenhum especialista conseguiu determinar com precisão a sua origem e nem como bloquear a sua atuação.
E agora em tempos de redes sociais o Facebook está sendo utilizado como plataforma de disseminação e milhares de usuários da rede social estão sendo infectados através dela, porém também não foi possÃvel determinar exatamente o mecanismo utilizado para a infecção.
Uma informação muito preocupante é que segundo consta o Facebook não está fazendo nada para determinar a forma de ação do malware e muito menos para tempo impedir a sua propagação.
Por hora o Zeus corre solto pela internet e pelo Facebook, sabe-se lá até quando.





