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Um pesquisador de segurança russo testou com sucesso em vários navegadores uma falha que permite que o usuário libere o uso da sua webcam sem que ele perceba.

A falha de segurança é simples, consiste em implantar em um site aparentemente seguro um botão desenvolvido em Flash transparente em algum local onde o usuário provavelmente irá clicar (sobre o botão para assistir um vídeo, por exemplo), este botão tem a ação programada para acionar e liberar a webcam do computador.

A falha de segurança é antiga e existe desde 2011, na ocasião a Adobe divulgou uma nota afirmando que uma falha de segurança semelhante já havia sido resolvida, porém em testes recentes foi verificado que a falha de segurança ainda existe e afeta vários navegadores e versões.

A falha de segurança é particularmente perigosa pois pode dar acesso remoto a webcam e dessa forma o usuário pode ser gravado de qualquer lugar do mundo, o que além de uma violação de privacidade tem o potencial efeito que revelar dados sigilosos pelas imagens.

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Ultimamente, mesmo sem ser um hype e ter perdido um enorme pedaço do seu market  share o Internet Explorer vem se firmando como um browser de excelente qualidade, por mais incrível que pareça.

A evolução que o Internet Explorer vem passando demonstra que hoje ele é um browser estável, muito seguro, respeita a privacidade do usuário e está de acordo com as regras ditadas como padrões da web, renderizando com excelente qualidade HTML5 e CSS3.

Internet Explorer 10 no Windows 8

Internet Explorer 10 no Windows 8

Toda esta evolução mostra que a Microsoft fez a lição de casa e atualizou o seu produto e aprendeu que não tem força suficiente para ditar nenhuma regra na internet, mas não fez tudo isso de maneira espontânea, foi preciso a concorrência se acertar e desenvolver um browser que realmente fosse derrubar o reinado do Internet Explorer para tudo isso acontecer (ei Firefox, estou falando de você).

É possível perceber as vantagens no uso do dia-a-dia e também através de diversos estudos que corroboram tudo isso que foi dito.

A única desvantagem real do Internet Explorer é que ele somente existe no ambiente Windows, é impossível manter um ecossistema de favoritos e demais dados entre diversos ambientes como vemos no Firefox e Chrome.

O problema agora é conseguir reverter todo o jogo.

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Muitas vezes ao instalarmos um software, mesmo definindo como não instalar um adware de buscas ele simplesmente se instala, é uma baita sacanagem do software que se diz freeware mas te deixa sem opção, quer um exemplo? O FormatFactory é assim, mesmo que você desmarque o flag de instalação ele simplesmente vai instalar uma tal de V9 Search que vai substituir todas as configurações de busca do seu software e o pior é que é uma porcaria que não funciona direito.

Com o buscador instalado você vai e remove a instalação do adware, no nosso caso o V9 e ele simplesmente danifica o seu browser, o Firefox mesmo, ao remover o V9 ele perde a capacidade de realizar buscas diretamente na barra de endereços.

Para quem não sabe, ao digitar uma frase na barra de endereços do Firefox (e de vários outros browsers) se não for um domínio válido ele simplesmente vai realizar uma busca com o buscador configurado no browser (a maioria das vezes é o Google) e após remover o V9 o Firefox simplesmente perde esta capacidade e tenta acessar qualquer frase como se fosse um domínio, para corrigir isso é muito fácil, basta seguir os passos abaixo:

  1. Na barra de endereços do Firefox digite about:config;
  2. Na caixa de busca pesquise por keyword.URL;
  3. Clique duas vezes e na caixa que aparecer digite: http://www.google.com.br/#hl=pt-BR&source=hp&q=

Já deu para notar que ao remover o V9 ele simplesmente removeu a string que acionava implicitamente o motor de busca do Google, basta então restaurar a string e pronto, a busca direta na barra de endereços volta a funcionar rapidinho.

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Foi liberado pela Mozilla a versão 20 do Firefox, sem muito alarde, aliás o Firefox já está há bastante tempo sem provocar nenhum tipo de hype. Veja as principais mudanças:

  • Mais melhorias de performance em ações comuns, como por exemplo, downloads, fechar abas, carregar páginas, etc;
  • Gerenciador de downloads redesenhado e melhorado;
  • Possibilidade de fechar plug-ins com lentidão sem atrapalhar a execução do Firefox;
  • Novas tag´s HTML5 suportadas;
  • Modo privativo: neste modo o Firefox não salva nenhum histórico ou cookie (é diferente do modo anônimo que impede a sua identificação por sites);
  • Suporte a tag HTML5 getUserMedia suportada. Agora o Firefox pode interagir com o microfone e webcam de seu computador, apenas com o seu consentimento (esta é a maior novidade);
  • Diversas correções de bugs (veja a lista aqui – está em inglês).

Basicamente o Firefox está mais rápido e mais responsivo no caso de execução de JavaScript, coisas que sempre atrapalharam um bocado o uso do Firefox e que aparentemente foi resolvido a partir da versão 19.

Firefox versão 20

Firefox versão 20

Para quem já tem o Firefox instalado o mesmo irá ser atualizado automaticamente, para quem não tem e quer experimentar pode fazer o download direto da Mozilla.

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Voltei a realizar testes de uso com a nova versão do Firefox, que atualmente está na versão 19.0.2.

Esta versão resolveu alguns problemas referentes a performance em equipamentos com GPU AMD HD (o meu caso) e com isso a tão esperada performance sempre anunciada pela Mozilla realmente foi alcançada, até mesmo a engine de JavaScript está mais responsiva e ágil em processar sites e sistemas Web.

A sincronização entre instalações de versões desktop e versões mobile está bem acertada, falando em mobile tanto o start do Firefox quanto a navegação em si está muito mais veloz que o Chrome (o Chrome para Android nunca foi um primor de desempenho), um ponto positivo é a renderização de fontes, muito superior ao Chrome.

E agora, qual browser escolher?

E agora, qual browser escolher?

Falando da versão desktop, o Chrome ainda tem um start mais rápido, mas com o Firefox eu termino primeiro, resumindo entre clicar no ícone do browser até o termino do carregamento de uma página o Firefox entrega primeiro que o Chrome (não estou fazendo nenhum teste específico, isso apenas foi notado na navegação usual do dia-a-dia, afinal existe teste melhor que este?).

Mais um ponto positivo em favor do Firefox é o fato dele utilizar o plugin do Flash ao invés de uma implementação própria. O Chrome peca nisso, afinal o desempenho de vídeos HD no Youtube ou outras fontes no Chrome exige muito mais do equipamento e tende a ser frustrante em equipamentos com hardware menos potente (ter que comprar um equipamento top de linha para assistir vídeos no Youtube é complicado), a experiência do usuário com o plugin do Flash é muito mais fluída e exige menos recursos de hardware.

Outro detalhe é que o Firefox tem consumido menos de CPU e memória RAM se comparado ao Chrome.

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O Opera anunciou que irá abandonar sua própria engine e passará a utilizar a engine Webkit e o projeto Chromium (aquele que dá vida ao browser Google Chrome).

A mudança é drástica e irá afetar diretamente os poucos usuários fiéis que o browser Opera possui, pois por utilizar uma nova engine e se basear no projeto open-source Chromium a interface e experiência de uso consequentemente serão diretamente afetadas, resta saber se os usuários irão aprovar ou não tais mudanças.

O Opera finalmente faz um mea-culpa e por não conseguir vencer resolveu se juntar a concorrência, ficando o diferencial por parte da interface ou recursos agregados, coisas que o Opera nem sempre acerta, ou melhor, até acerta mas definitivamente não é o que o mercado quer, tomara que o Opera mude sua visão de mercado e pare de fazer certo o que ninguém precisa.

O Opera ainda divulgou o número de 300 milhões de usuários somando todos os dispositivos, como smart-TV, smartphones, celulares, etc, porém a realidade não é tão animadora, dentre os computadores (alvo de constantes embates entre Mozilla, Google e Microsoft) o Opera possui somente 1,65% de marketing share, ficando a grande relevância do Opera para o mercado mobile e mesmo assim nos últimos meses isso tem mudado, ficando como primeira escolha dos usuários os browsers nativos dos respectivos sistemas que muito evoluíram nos últimos meses além de enfrentar a concorrência de browsers de terceiros como o Google Chrome mobile e o Mozilla Firefox mobile.

Realmente é bom ver que o Opera está se mexendo, tem grandes chances de acerto e sucesso.

Pois do jeito que está a tendência é realmente desoladora, eu mesmo já tentei utilizar o Opera algumas vezes e mesmo sendo um bom browser ele realmente não atrai e não desce para o uso diário.

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A Mozilla lançou nesta terça-feira (08) a versão 18 do browser Firefox, foram poucas as mudanças na parte de interface, contudo as mudanças internas foram grandes, de acordo com a própria Mozilla.

Os destaques nas alterações do Firefox foram o suporte para telas de Retina Display, aqui os usuários dos produtos da Apple devem ter pulado de alegria, contudo também irão se beneficiar os usuários de outros gadgets que também possuem telas com alta concentração de pixels.

Como é de costume a Mozilla promete que o Firefox, que agora está utilizando a engine IonMonkey para processamento de JavaScript irá renderizar páginas com esta tecnologia cerca de 25% mais rápida, como sempre digo, se todas as promessas de velocidade no processamento de JavaScript da Mozilla fossem reais o Firefox iria abrir as páginas antes de você clicar no link.

Outra novidade que merece destaque é a adoção da tecnologia WebRTC, que para quem não conhece foi desenvolvida pelo W3C e dará ao browser a capacidade de executar ligações e videochamadas sem utilizar nenhum plugin.

Para que quiser fazer o download do Firefox 18 o link é este.

Fonte: Jornalistas da Web

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Alguns browsers já suportam as primeiras especificações do HTML 5 há anos, mas foi somente esta semana que o W3C publicou as especificações do HTML 5, o que indica que a partir de agora ele se tornará um padrão do W3C.

O único browser que está na lanterna quando falamos de suporte ao HTML 5 é o Internet Explorer, que novidade, somente a versão 10 do browser é que suportará as tags do HTML 5, versão que é distribuída junto ao Windows 8 e que está em estágio Beta para o Windows 7.

HTML 5, finalmente...

HTML 5, finalmente…

Agora o W3C irá promover uma série de ações para que todos os browsers, clientes de email e demais aplicativos que podem consumir HTML 5 passem a padronizar este suporte, para evitar os diversos problemas que os desenvolvedores Web enfrentam hoje quando desenvolvem com CSS e JavaScript.

O único inconveniente sobre o HTML 5 é a questão da tag <video> que irá permitir embutir vídeos diretamente via código HTML 5, sem a necessidade de plugins, como o finado Flash, o problema reside que não existe uma compatibilidade quanto ao codec utilizado no browser que enquanto Chrome e Firefox batalham pela adoção do VP8, enquanto Safari e Internet Explorer batalham pela adoção do H.264.

Por hora a tendencia é que o W3C homologue um codec novo e totalmente livre de royalties, senão a batalha de patentes que vemos no segmento mobile pode tomar corpo na web também.

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Quem trabalha desenvolvendo intefaces para a Web sabe a complicação que é acertar um script JavaScript ou CSS para funcionar bem nos diversos navegadores, para ser mais específico, as diferenças entre Firefox e Chrome são mínimas, mas a situação é bem diferente no caso do Internet Explorer, que não segue os padrões Web.

Mesmo a Microsoft tendo trabalhado para reverter esta situação e de fato a última versão do Internet Explorer estar bem melhor, reverter este legado é algo que vai demorar um pouco mais para acontecer, mas o que fazer quando um CSS não funciona como deveria para o Internet Explorer?

Fazer dois arquivos CSS e integra-los ao HTML conforme o browser é algo funcional, porém é de difícil manutenção, mas não entre em pânico (pelo menos por agora), temos uma solução que vai permitir que você utilize somente um arquivo CSS e que dentro deste arquivo seja especificado quando utilizar o seletor e para que browser.

Veja um exemplo abaixo:

#idObjeto {width: 100%} * html #idObjeto {width: 80%} /* IE */

Nem é preciso explicar muito, mas vejamos, temos um caso fictício de que em todos os browsers o width de uma DIV fica ótimo em 100%, menos para o Internet Explorer que fica melhor em 80%, então o script acima vai fazer duas chamadas para o mesmo seletor e o *HTML irá exemplificar que para os browsers padronizados será um caminho, neste caso o 100% e para o Internet Explorer será 80%.

Simples, funcional e de fácil manutenção, pois fica tudo bem acessível dentro de um único arquivo em um único local.

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A fundação Mozilla divulgou uma nota no mínimo curiosa, o Firefox 64 btis será descontinuado, no melhor estilo não foi fondo.

O Firefox 64 bits nunca foi de fato lançado, a Mozilla sempre anunciava um roadmap com o coitado e depois o seu lançamento era jogado para 2 ou 3 versões posteriores, só para terem uma ideia, o anuncio oficial do Firefox 64 bits é para o Firefox versão 8 e hoje já estamos na versão 17.

Isto ficará na memória

Isto ficará na memória

A justificativa da Mozilla é que com o desenvolvimento do Firefox OS o projeto do Firefox 64bits se tornou irrelevante para a fundação, somando a isso temos o fato de que vários plug-ins e extensões simplesmente não possuem versões para 64bits e as que possuem apresentam muita instabilidade ao serem instaladas e utilizadas no Firefox.

O que a Mozilla parece não levar em conta é que 64 bits já está consolidado e devido a imensa necessidade de mais memória liberada para o sistema como um todo, utilizar 64 bits se torna a única solução viável.

Mais um detalhe é que já existem estudos e projetos em fase adiantada de pesquisa para sistemas de 128 bits, ou seja, quando sistemas de 128 bits começarem a despontar no mercado é óbvio que o padrão de 32 bits irá sucumbir, restando somente 64 bits, e nesta história, como ficam a Mozilla e o próprio Firefox? Será que ele será feito às pressas para suportar 64 bits.

Para ajudar ainda mais toda esta história, cada vez mais temos complexos sistemas rodando via web e com isso navegadores necessitam de mais e mais memória e como o Firefox é executado sob um único processo, ao contrário do Google Chrome, é bem provável que em breve o Firefox irá esbarrar no limite de acesso a memória imposto pelo padrão 32 bits, para a alegria da Mozilla.

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