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HTML 5, finalmente se tornará um padrão do W3C
Sem comentários · Post por Petter Rafael em Webdesign
Alguns browsers já suportam as primeiras especificações do HTML 5 há anos, mas foi somente esta semana que o W3C publicou as especificações do HTML 5, o que indica que a partir de agora ele se tornará um padrão do W3C.
O único browser que está na lanterna quando falamos de suporte ao HTML 5 é o Internet Explorer, que novidade, somente a versão 10 do browser é que suportará as tags do HTML 5, versão que é distribuída junto ao Windows 8 e que está em estágio Beta para o Windows 7.
Agora o W3C irá promover uma série de ações para que todos os browsers, clientes de email e demais aplicativos que podem consumir HTML 5 passem a padronizar este suporte, para evitar os diversos problemas que os desenvolvedores Web enfrentam hoje quando desenvolvem com CSS e JavaScript.
O único inconveniente sobre o HTML 5 é a questão da tag <video> que irá permitir embutir vídeos diretamente via código HTML 5, sem a necessidade de plugins, como o finado Flash, o problema reside que não existe uma compatibilidade quanto ao codec utilizado no browser que enquanto Chrome e Firefox batalham pela adoção do VP8, enquanto Safari e Internet Explorer batalham pela adoção do H.264.
Por hora a tendencia é que o W3C homologue um codec novo e totalmente livre de royalties, senão a batalha de patentes que vemos no segmento mobile pode tomar corpo na web também.
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É Ubuntu trocando a interface (o que está causando uma verdadeira Guerra Santa na comunidade), Windows trocando a interface e porque o Google ficaria de fora?
O primeiro produto foi o buscador que teve a sua página principal remodelada e na sequencia vários outros produtos foram sendo alterados.
Agora foi a vez do Gmail.
A sua tela de logon está utilizando a nova identidade visual do Google e também podemos notar algumas melhorias, principalmente em termos de segurança, pois o controle de phising está mais pró-ativo e interage mais com o usuário.
Dentro em breve todos os produtos do Google já estarão sob a nova identidade visual e padronizados. Se isso é parte de uma estratégia maior ninguém tem certeza, mas para uma alteração global deste porte provavelmente algum benefício o Google irá obter.
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Adobe se borra de medo do HTML5
Sem comentários · Post por Petter Rafael em Novidades, Tecnologia, Webdesign
Após comprar a Macromedia, a Adobe se tornou a proprietária de vários produtos como o DreamWeaver e o Flash, em uma época que o Flash era onipresente no seu segmento na Internet.
Logo após a Microsoft investiu pesado e lançou a sua próprio solução para RIA, o Silverlight, que basicamente era um tipo de Flash só que o player tinha menos bugs, o ambiente de desenvolvimento era mais elaborado e viria pré-instalado com o Windows o que de cara já era uma enorme vantagem para o Silverlight ante o Flash.
A Adobe e a Microsoft começaram a disputar o mercado de RIA e a Adobe levou certa vantagem, pois o Flash já estava consolidado quando o Siverlight apareceu.
Mas agora o Flash sofre uma ameça ainda maior, e se os seus recursos de multimidia pudessem ser produzidos via código, código HTML?
A Adobe tem passado noites em claro com a divulgação da implementação do HTML5, pois vê nesse adversário armas com a qual não poderá lutar, principalmente porque todos os browsers já estão correndo para implementar o HTML5 em sua totalidade, até mesmo o Internet Explorer.
Neste cenário a Adobe lança uma ferramenta curiosa, a ferramenta chamada Wallaby terá o poder de se acoplar ao DreamWeaver e converter um arquivo .FLA (fonte do Flash) em HTML5 e implementar em sua página.
Agora a Adobe só terá que tomar cuidado, pois o tiro pode ser no seu próprio pé, fazendo todo mundo migrar de forma acelerada do Flash para o HTML5, portando todos os seus .FLA de forma rápida e dinâmica e enterrar de vez o seu filho mais querido (o Flash).
Fonte: Tecnoblog
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Framework para desenvolvimento Web em PHP/JavaScript
2 comentários · Post por Petter Rafael em Dicas, JavaScript, JQuery, PHP, Webdesign
Durante o ano de 2010 esteve um planejamento e execução o projeto de um Framework para desenvolvimento Web utilizando PHP e JavaScript baseado nas seguintes premissas e necessidades:
- Deixar o layout livre para qualquer tipo de desenvolvimento (seja utilizando Tableless ou não);
- Não ser tão friendly-user como o WordPress, nosso usuário irá desenvolver código e não arrastar elementos em tela. Centrar-se no poder do desenvolvimento de código, deixar o desenvolvedor, nosso público-alvo, fazer a sua mágica em PHP;
- Centrar-se no uso da JQuery como framework JavaScript para suprir todas as necessidades de crossbrowser;
- Ser livre para o desenvolvedor alterar o código-fonte do projeto e sugerir novos recursos;
- Padronizar e formatar a persistência de dados;
- Permitir que programadores e desenvolvedores iniciantes em PHP produzam sites e sistemas Web complexos;
- Facilitar a manutenção e gestão do sistema;
- Área administrava pronta, com elementos principais utilizados para gestão de sites.
Bem pessoal, está apresentado o framework iMais, que pelos testes permite reduzir em até 60% do tempo gasto no desenvolvimento de sites e sistemas Web.
Com o código-fonte aberto e livre é possível utilizar o framework com os recursos existentes e expandi-lo através de desenvolvimento próprio, de forma fácil e flexível. Mesmo utilizando o framework não existe a perda de performance, problema comumente encontra em frameworks de mercado.
Nos próximos dias estaremos liberando para download o conjunto básico, o que significa que no decorrer deste ano iremos investir tempo e recurso para que o framework cresça em termos de utilizadores e recursos, facilitando a criação de elementos Web ricos.
Vai desenvolver em PHP? Então utilize o iMais.
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Eu não sou muito fã de frameworks, até porque um framework pode engessar de forma desnecessária a sua aplicação e você fica dependente da ferramenta para prestar manutenção e/ou atualizar sua aplicação, porém em alguns casos temos que tirar o chapéu para um framework.
É o caso do JQuery, que é um framework para JavaScript que tem por finalidade diminuir a complexidade de desenvolvimento de software web e minimizar a incompatibilidade do código JavaScript entre navegadores, além de possuir a possibilidade de implementação segura de efeitos e CSS via adoção de plugins.
Com o JQuery podemos abranger máscaras, validações complexas em formulários até mesmo efeitos de transição entre páginas, tudo isso sem a grande preocupação de desenvolvedores JavaScript que é a compatibilidade do código-fonte entre os diversos navegadores disponíveis no mercado.
A sua instalação é simples, podemos fazer o download da versão de produção do próprio site do JQuery e depois para utilizar ele em uma página basta utilizar a seguinte linha na tag HTML header:
<script src="Scripts/jquery-1.4.2.min.js" type="text/javascript"></script> |
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A lástima do desenvolvimento de software web
Sem comentários · Post por Petter Rafael em Clientes, Webdesign
Hoje é notório que um website por mais simples que seja é um sistema web, pois tem ao menos acesso a um banco de dados e páginas dinâmicas e na maioria do caso ainda contam com uma área administrativa para controlar as atualizações.
Além da falta de segurança, por falta de conhecimento dos desenvolvedores que desenvolvem software sem requisitos mínimos de segurança, notei que muitos desenvolvedores anunciam aos 4 cantos que desenvolvem utilizando regras de tableless.
Abrindo o código-fonte dos sites exibidos no portifólio desses mesmos desenvolvedores notei que 90% dos que anunciam utilizar tableless produzem websites totalmente baseados em tabelas, isso mesmo, o layout é todo feito em tabelas e onde foi parar a história do tableless?
Na verdade os desenvolvedores se aproveitam da falta de conhecimento técnico dos seus clientes e entregam um verdadeiro lixo tecnológico.
O site até abre no Internet Explorer e as vezes até mesmo no Firefox, porém, motores de busca como o do Google não se dão bem com esse “padrão lixão de desenvolvimento” e conseqüentemente o seu website é coloca entre os últimos em qualquer busca efetuada.
E as conseqüências ruins não param aqui, com um site dessa “categoria” você ainda poderá ter problemas com:
- Atualização do layout, o seu site não ficará eternamente com o mesmo layout, experimente altera-lo em um site feito em tabelas. É problema na certa;
- Maior consumo de banda (tráfego) o que resulta em maior custo de hospedagem;
- Site muito mais lento para o carregamento;
- Problemas graves de compatibilidade entre os browsers (navegadores).
Se eu fosse adentrar em requisitos mais técnicos teria mais uma lista imensa, então quando for comprar um website, veja muito bem a empresa ou desenvolvedor contratado, pois o barato pode e vai sair muito mais caro no futuro.
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Todos os browser até hoje utilizam uma API do Windows chamada GDI para renderizar as páginas Web, é uma técnica antiga porém tem funcionado com relativo sucesso até os dias de hoje.
Mas os computadores modernos são equipados, na maioria dos casos, com processadores de grande performance e em alguns casos com placas de vídeo off-board que maximizam o poder gráfico do computador e tudo isso está sendo subutilizado pelo browser.
Em decorrência desse fato a Microsoft e a Mozilla estão trabalhando pesado para implementar o uso do Direct2D em detrimento do uso do GDI no Internet Explorer 9 (a ser lançado) e no Firefox (sem versão definida) e com isso aproveitar melhor o potencial de processamento de vídeo dos computadores e agilizar mais ainda a exibição de páginas Web.
Mas porque tanto trabalho para implementar isso no browser? Simples, o browser é e será cada vez mais uma importante ferramenta para o uso dia-a-dia, hoje temos dezenas de jogos casuais que utilizam o browser como plataforma de exibição. Já pensou um browser com aceleração gráfica?
O Firefox, por exemplo, com suas dezenas de complementos (add-ons) substitui dezenas de aplicativos de terceiros que teríamos que instalar, o browser é a plataforma do futuro na micro-informática.
Uma coisa mais legal ainda, além do poder que a aceleração gráfica traria aos jogos executados via browser imagine com a implementação do HTML 5, onde vídeo será embutido diretamente no código-fonte HTML sem precisar de artifícios como o Flash ou Silverlight, por exemplo, um browser com aceleração gráfica real seria uma enorme mão na roda para tudo isso.
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O conceito de realidade aumentada não é assim algo tão novo (na verdade começou em 15.000 ac), mas nesses últimos meses tem virado hype pela Internet, e isso se deve ao fato de que algumas publicações de conteúdo adulto estão empregando a técnica de interação do usuário via webcam com vídeos de modelos.
Realidade aumentada na Internet tem se apoiado em RIA e com conexões cada vez mais rápidas é uma forma inteligente de trazer um nível maior de interação do usuário com o seu produto Web.
Agora só falta aquela história de Internet com cheiro realmente funcionar.
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Vídeos embebed na Web: Silverlight x Flash
Sem comentários · Post por Petter Rafael em Imagem & Criação, Novidades
A briga pelo melhor vídeo embebed na Web ficou feia com a chegada do Silverlight e de todo o marketing que a Microsoft fez em cima dele e a Adobe com a vantagem da grande massa instalada de players do Flash pelo mundo se moveu para manter a sua supremacia nesse nicho de mercado.
Porém com todas as inovações tecnológicas ainda me incomodava muito ter que ficar baixando plugin para poder ver um vídeo embutido no site, era ruim para o desenvolvedor que ficava amarrada a vontade de uma empresa e era ruim para o cliente que precisa instalar um software ou codec adicional em seu sistema para poder navegar tranquilamente.
Mas agora esse problema foi resolvido, e não foram nem a Adobe nem a Microsoft que deram um fim nele, foi a chegada do HTML 5.
No HTML 5 é possível embutir um vídeo direto no código, sem a necessidade de player ou codec nenhum, basta o cliente ter um browser (navegador) que interprete o HTML 5 – o Mozilla Firefox 3.5 já faz isso e em muito breve todos os outros também farão – e desse modo como tudo no HTML é possível ser controlado e customizado via CSS e JavaScript.
Imagine o poder para o desenvolvedor Web poder controlar vídeo via CSS e JavaScript? As possibilidades são ilimitadas, basta ter um pouco de criatividade e conhecimento.
E pensar que muita gente sem a mínima noção de desenvolvimento Web ainda diz que o HTML está morto, agora os “caras bons” utilizam é DreamWeaver.
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Quando comecei em programação voltada para a Web tínhamos apenas o HTML e alguma coisa de Perl ou C sendo executado em CGI, estava esquecendo também tínhamos o JavaScript para adicionar firulas efeitos inúteis no site, que no final só geeks gostavam e atrapalhava bastante a usabilidade do mesmo.
O JavaScript naquela época era relegado a efeitos de gosto duvidoso, como animação de letras, rastro de mouse, pouca coisa de fade in e fade out e por aí vai. No muito era utilizado para a validação de dados de formulário, coisa básica.
Hoje o JavaScript está mostrando que é muito mais do que isso. Foi lançada um biblioteca totalmente escrita em JavaScript chamada jsPDF que tem a função de gerar PDF. Eu sei que muitas linguagens de programação para a Web já fazem isso, mas uma biblioteca 100% em JavaScript é sem dúvida um salto.
A biblioteca ainda tem algumas limitações, ainda não suporta adequadamente o Internet Explorer (sempre ele) e por enquanto gera apenas PDF em texto puro, mas os desenvolvedores alegam que estão trabalhando para suprir essas deficiências em breve.


