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HP e Ubuntu

Há alguns anos atrás a Dell começou a sua oferta de alguns modelos de notebook com Linux e na ocasião a distribuição escolhida foi o Ubuntu, agora chegou a vez da HP fazer o mesmo.

HP All-in-one Pavilion 20

HP All-in-one Pavilion 20

A HP começa a comercializar um PC All-in-one, com hardware básico, que será fornecido com o Ubuntu.

O hardware é o seguinte:

  • Processador AMD E1-1200;
  • GPU embarcada HD 7300 series;
  • HD 500GB 7200 RPM;
  • 4GB RAM DDR3 (expansível);
  • Wi-fi, rede, USB.

Como podemos observar o hardware é básico o que aliado ao Ubuntu irá permitir um preço baixo e provavelmente este será uma das armas da HP na comercialização deste All-in-one.

O Pavilion 20 não está listado para vendas no Brasil, o que é uma pena, já que poderia conseguir vários adeptos.

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Os recentes anúncios acerca do Ubuntu Mobile e Ubuntu Phone estão gerando grande confusão internet afora, se a intenção da Canonical era gerar hype em torno de sua marca, ela conseguiu.

A primeira dúvida seria possível à própria Canonical gerenciar produção do Ubuntu Phone? Não, como a própria Canonical diz, o seu expertise é software, por isso ela deixará a produção do hardware a quem de direito possa fazê-lo, assim fabricantes como Motorola, Samsung, HTC entre outros poderão produzir o gadget em si que irá executar o sistema operacional Ubuntu.

Pode ficar tranquilo, o Ubuntu Phone não será deste tamanho

Pode ficar tranquilo, o Ubuntu Phone não será deste tamanho

Em termos de data, aqui é o que o balaio de gato aperta, no próximo dia 21 será lançada uma versão de desenvolvimento do Ubuntu Mobile na feira Mobile que acontece na Espanha e em outubro deste ano será lançado o Ubuntu 13.10 que dará vida ao projeto da Canonical de ter um único sistema operacional para desktops, notebooks, smartTV´s, tablets, etc e quem tiver um aparelho igual ou superior (caso o Google lance algum) ao Nexus 4, poderá instalar o Ubuntu Mobile e como a própria Canonical diz: “ter uma experiência limitada do Ubuntuâ€.

O Ubuntu Phone, que irá reunir hardware e software somente será lançado em 2014 e realmente aqui o temor da Canonical perder o tinning do lançamento se confirma, pois até lá, com praticamente um ano deste a liberação da versão de testes de desenvolvimento será muito fácil para a concorrência analisar, desenvolver em suas respectivas plataformas (iOS, Android, Windows Phone, etc) as novidades e coisas boas do Ubuntu e lançar suas novas versões antes mesmo do lançamento do Ubuntu Phone.

Alguns falam até mesmo que dará tempo para a Apple patentear as novidades do Ubuntu em seu nome para depois processar a Canonical.

Brincadeiras a parte.

Realmente é um tempo muito longo entre o anuncio e o lançamento do produto final, o que representa um perigo real, principalmente em um segmento em ebulição, com concorrentes bem estruturados e com um ciclo de desenvolvimento muito mais maduro que o da Canonical, neste demora até mesmo o Firefox OS da Mozilla poderá se beneficiar.

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Quando a Canonical anunciou que iria lançar o Ubuntu Mobile em 2014 à primeira coisa que veio a cabeça foi que eles poderiam lançar um ótimo sistema operacional mobile, porém fora de hora e perder, por isso, definitivamente a batalha que está se acirrando com a chegada do Firefox OS em algum momento de 2013, a reformulação da Blackberry e as possíveis futuras novidades do iOS da Apple, do Android do Google e do Windows Phone da Microsoft, resumindo, tudo de novo que o Ubuntu Mobile pudesse trazer já seria mitigado pela concorrência.

Porém, a Canonical anunciou que a versão Touch Developer Preview será disponibilizada de forma on-line durante o Mobile Word Congress, resumindo, no dia 21 de fevereiro já teremos uma prévia do Ubuntu Mobile.

Para quem quiser se aventurar a instalar o Ubuntu Mobile deverá ter um Galaxy Nexus ou um Nexus 4 e quem estiver na Mobile Word Congress ainda contará com suporte assistido pela própria Canonical.

Também será disponibilizado o SDK e um documento sobre as diretrizes de design para quem quiser começar a conhecer como será o desenvolvimento de aplicativos para o Ubuntu Mobile.

O Ubuntu Mobile (nome ainda não oficial) será o primeiro passo rumo a ousada estratégia que a Canonical tem trabalhado em converter um sistema operacional único para SmartTV, smartphone, desktop e uma infinidade de outros gadgets e caso consiga será uma estrutura de software ainda maior do que a Microsoft vem realizando com o Windows 8.

Em tempo, quem se aventurar no Ubuntu Mobile é bom que o faça em um smartphone secundário e que não o utilize como sistema operacional principal, afinal ainda é uma versão em estágio inicial de desenvolvimento e é provável que muitos bugs ocorram.

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Desde que a busca do Ubuntu se tornou integrada ao Unity muitos veteranos do Linux e os preocupados com privacidade on-line fizeram duras críticas contra esta atitude da Canonical, pois os dados pessoais dos usuários que eram coletados para refinar as buscas poderiam ser vendidos ou pior, roubados.

Agora no Ubuntu 13.04 a Canonical anunciou que a busca integrada ao Unity irá coletar mais dados, entre eles informações de localização geográfica, com o objetivo de refinar ainda mais a busca e personalizar ao máximo os resultados, que dentre eles também são exibidos resultados em lojas para venda de produtos, daí o interesse comercial da Canonical na personalização e regionalização das buscas.

Ubuntu 13.04

Ubuntu 13.04

Com esta expansão da captura de dados dos usuários a Canonical aprofunda ainda mais o dilema em torno da privacidade on-line, é certo que em qualquer cadastro informamos muitos dados pessoais de forma até mesmo leviana, mas tornar esta publicação de dados compulsória a partir do sistema operacional é muito mais perigoso e grave do que imaginamos, e o pior é que não estamos falando de um sistema operacional apenas, mas de um sistema que em breve será portado para o ambiente mobile e assim os dados coletados via smartphone poderão revelar minúcias da vida e rotina de uma pessoa em tempo real.

De qualquer forma a Canonical informa que existe uma forma de desativar a busca, porém por padrão o recurso vem ativado no Ubuntu com Unity, realmente um caso que deve ser avaliado com calma, já que como todo sistema operacional Linux um dos quesitos dos primórdios do Ubuntu era de que nada de pessoal era coletado ou enviado para servidores de alguma empresa, assim como um certo sistema operacional de janelas supostamente fazia.

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A Canonical noticiou o primeiro furo para o lançamento do Ubuntu Phone: ele não terá loja de aplicativos, pelo menos por enquanto.

Por ser orientado para usuários iniciantes e também pelo fato de que o Ubuntu Mobile não tem ainda um ecossistema formado a opção da Canonical foi simplesmente não implementar uma loja de aplicativos e forçar o usuário a utilizar somente os aplicativos pré-instalados, ou seja, é um smartphone mas não verdade é um celular com tela grande.

Quanto ao desenvolvimento de aplicativos para o Ubuntu mobile a Canonical orientou que não irá desenvolver nenhum middleware que permita com que app´s do Android sejam executados na plataforma e ainda diz que os desenvolvedores são inteligentes o bastante para portarem seus aplicativos.

Vejamos, o Ubuntu mobile não tem ecossistema e aplicativos e por isso a Canonical não implementou uma loja nele e de quebra dá um vire-se para todos os desenvolvedores, realmente uma ótima maneira de fomentar uma base de conhecimento para um sistema operacional que ainda será lançado.

Algo me diz que se alguma coisa não mudar nesta atitude bairrista da Canonical o ano de 2014 será bem complicado para eles.

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Recentemente a Canonical anunciou a versão mobile do Ubuntu, como é comum no meio corporativo, o anuncio foi guardado segredo absoluto, afinal um concorrente poderia surgir e antecipar o que o Ubuntu mobile teria de bom minando todo o trabalho da Canonical.

Mas a comunidade do Ubuntu criticou e reclamou muito sobre o segredo, alegando que a Canonical desenvolveu muito do Ubuntu Mobile sem consultar a comunidade.

Parecia o velho embate de capitalismo contra socialismo.

Para resolver o problema e obviamente não perder apoio da comunidade a Canonical abriu chamada para desenvolvedores participarem do desenvolvimento de 12 aplicativos nativos do Ubuntu Mobile, com documentação disponível, app´s como o Relógio do sistema deverá ser moldado e desenvolvido pela comunidade.

Seria esta a interface do Ubuntu mobile?

Seria esta a interface do Ubuntu mobile?

Como o Linux sempre sofre com a questão da interface, afinal programadores são bons com código-fonte, não com layout, a Canonical também abriu chamada para designers façam sua proposta e seus estudos, para que o Ubuntu mobile também agrade visualmente seus usuários.

Se tudo correr conforme o previsto deveremos ver a versão final do Ubuntu mobile ainda este ano.

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O time de desenvolvimento do Ubuntu está discutindo a forma de como serão as futuras atualizações do sistema, pelo que consta eles pensam em mudar o padrão do roadmap atual que prevê novas versões a cada 6 meses.

A ideia agora é adotar um sistema mais simples de manter, onde seria mantido apenas as novas versões como as atuais versões LTS (long time suport), ou seja, novas versão do Ubuntu teriam um ciclo de 2 anos, e neste meio tempo updates menores seriam liberados conforme necessário, mitigando necessidade de novas versões neste entremeio.

Realmente é bem mais cômodo e funcional para um equipe de desenvolvimento trabalhar desta forma porém existe uma lei de marketing que diz que quem não é visto não é lembrado e a cada lançamento de uma nova versão do Ubuntu ocorre bastante hype na internet, o que é extremamente benéfico na estratégico do Ubuntu.

Não existem números oficiais, mas é certo que boa parte dos atuais usuários do Ubuntu foram atraídos a experimentar a plataforma pelo hype de novas versões ocorrendo de forma constante, sem este recurso a estratégia de divulgação do Ubuntu teria que ser completamente revista.

Tem até gente que diz que esta mudança se deve a dificuldade de encontrar nomes para as versões de acordo com o padrão determinado pela Canonical, já que o Ubuntu já está utilizando a letra R.

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O ano de 2012 foi histórico para a comunicado Linux, afinal a Valve anunciou e liberou (em estágio Beta) o Steam para Linux, em especial o Ubuntu.

Apesar da liberação de uso ser de uma versão Beta e ser bem recente os usuários do Ubuntu já somam 1% dos usuários do Steam, mérito da Valve.

Lista de sistemas da Valve

Lista de sistemas da Valve

O caminho ainda é muito longo, afinal o Windows apresenta praticamente uma hegemonia neste segmento, somando mais de 95% de participação, seja na Valve ou em outras modalidades de jogos, o Windows supera em muito seus usuários.

De qualquer forma é o primeiro passo, afinal por várias características do próprio Linux, ele é uma plataforma mais bem preparada, aproveita melhor o hardware e não está vinculada ao antigo DirectX, promovendo mais recursos para desenvolvedores e por consequência melhor experiência nos jogos para os usuários o que falta é uma maior base de usuários e a quebra de vários paradigmas e investimento (esta é a parte mais difícil).

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Novidades vindas da Canonical vão aquecer ainda mais o mercado de smartphones, pois segundo a própria Canonical, estará disponível a versão mobile do Ubuntu.

O Ubuntu mobile terá uma interface preparada para smartphones e se baseará em duas grandes novidades, a primeira é referente aos smartphones de entrada, pois basta um processador de 1Ghz (single-core) e 512 MB de RAM já será possível executar o Ubuntu de forma fluída, pois segundo a Canonical embora baseado no Android o Ubuntu Mobile não implementa a JVM Java e por isso a promessa é que o sistema seja mais “leveâ€.

Para os smartphones high-end será possível utilizar um dock e ter a experiência de um desktop com a mobilidade de um smartphone, isso eu quero ver.

Quanto aos aplicativos, será possível desenvolver aplicativos para o Ubuntu mobile utilizando linguagem nativa ou ainda utilizando HTML5.

O Ubuntu mobile terá suporte para gestos, assim como o MeeGo, será compatível com processadores ARM e x86, terá integração total com o Ubuntu One e será facilmente customizado pelas operadoras, o que pode nos brindar com diversos smartphones Xing-ling “própriosâ€.

Pelo Roadmap fornecido pela Canonical o sistema mobile Ubuntu estará disponível dentro de algumas semanas, mas os primeiros smartphones comercializados com o Ubuntu de fábrica só deverão aparecer em 2014, isto se nenhuma empresa chinesa lançar mais uma cópia do iPhone ou Samsung Galaxy SIII executando o Ubuntu antes.

Mas alguns detalhes ficam no ar, a Canonical terá que brigar com Google e Apple pelo segmento top de linha, coisa que nem a Microsoft está conseguindo fazer com o seu badalado Windows 8, no segmento low-end terá que brigar com diversos Androids clones, Firefox OS, MeeGo, alguns Windows de gerações passadas, isto sem mencionar os sistemas operacionais próprios das operadoras, como por exemplo, o Bada da Samsung.

Adicionando a isto o detalhe de que não existem aplicativos nativos nem ecossistema para o Ubuntu mobile, é bem pouco provável que ele seja um sucesso logo no seu lançamento.

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Para o pessoal que curte o Linux já foi liberado para download a nova versão do Ubuntu, apelidada de “Quantal Quetzalâ€.

Para quem estiver interessado segue a lista das principais melhorias desta versão do Ubuntu:

  • Kernel Linux 3.5.5;
  • Unity 6.8, para quem tinha esperanças do Unity ser abandonado pode desistir, mas como no Linux tudo é customizável é possível migrar para o Gnome facilmente;
  • Novo XServer, com diversos recursos e drivers novos;
  • Diversos bugs em drivers proprietários corrigidos, principalmente para as placas de vídeo nVidia e AMD (finada ATI);
  • Possibilidade de execução sem suporte a aceleração via hardware;
  • Possibilidade de criar Web Apps de diversos sites.

No mais existem diversas atualizações dos aplicativos que formam o ecossistema de instalação do Ubuntu.

Embora não seja concorrente direto do Windows, na verdade ele é mas se enquadra mais como um sistema operacional de nicho, é mais um lançamento que tem como finalidade minar ou dificultar ainda mais a adoção do Windows 8, o principal trunfo da Microsoft para os próximos anos.

Para quem tiver interesse é possível realizar um tour virtual pelo Ubuntu, sem dúvida um bom atrativo desenvolvido pela Canonical para divulgar seu produto carro-chefe, que parece ter perdido um pouco o brilho que tinha anos atrás.

Fonte: Meiobit

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