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No QlikView é possível agendar no Enterprise Management Console quais arquivos QVW irão executar e qual a periodicidade, isso serve para que as “cargas” de dados sejam feitas de modo agendado e automático, porém em alguns casos erros podem ocorrer e no console apenas sinaliza o erro sem muita explicação.

Mesmo que você clique em Show Task Detail a informação contida lá sobre o erro é muito vaga e não vai lhe ajudar muito.

Uma boa ideia para localizar de forma rápida o erro é seguir para a pasta onde o arquivo QVW está salvo, na mesma pasta, com o mesmo nome do arquivo QVW, porém com a extensão LOG existirá um arquivo texto com um log detalhada sobre tudo que o QlikView fez no seu agendamento até o momento do erro.

Exemplo:

Seu arquivo: arquivo_caga.qvw
 
Seu log: arquivo_carga.qvw.log

Fácil assim.

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O QlikView tem a capacidade de acessar uma infinidade de bases de dados, via ODBC, para realizar suas consultar ou mesmo para criar suas nuvens de dados (QVD).

Porém, por diversos motivos, as empresas encontram ao passar do tempo à necessidade de controlar algum tipo de processo empresarial a partir do Excel, moldando uma planilha eletrônica como se fosse uma “tela” do seu sistema corporativo e como passar o controle desta planilha para o QlikView?

Muito simples, o primeiro passo é colocar uma cópia desta planilha em uma pasta qualquer que o QlikView server tenha acesso.

Após este passo, é necessário ler de fato esta planilha Excel, para isso segue um breve exemplo para uma planilha com duas colunas:

LOAD @1                AS coluna1,
     @2                AS coluna2
FROM pasta\arquivo.xls (biff, no labels, TABLE IS Planilha1$);

Explicando o código, é muito parecido com o acesso a dados realizado a uma tabela qualquer, na verdade você terá que declarar a planilha como uma tabela.

  • As colunas: o @1 e @2 são o que me indica a coluna 1 e coluna 2 respectivamente, após isso, eu declaro um alias para as colunas, é por este alias que conseguirei acessar os dados assim como os dados resgatados de uma tabela qualquer.
  • Pasta de trabalho: logo após o comando from eu irei colocar o path e nome da pasta de trabalho.
  • Planilha: feito isso eu executo o comando table para definir que a planilha1 é a fonte de origem dos dados e deverá ser a nossa “tabela”.

Feito isso, poderei visualizar a planilha no Visualizar de Tabelas do QlikView como se fosse uma tabela qualquer, montando inclusive relacionamentos concluindo o MER da consulta.

Nota: erroneamente, as pessoas chamando a pasta de trabalho do Excel de planilha, na verdade a pasta de trabalho é o arquivo XLS que podem conter várias planilhas e por sua vez as planilhas são as abas.

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Alguns usuários tem reportado que o QlikView após finalizar algum agendamento não libera a memória utilizada para realiza-lo.

Isso pode ocorrer por diversos fatores, mas pelo que pude notar o arquivo QVD.EXE que fica em execução durante a carga não libera toda a memória para o Windows, mantendo uma grande parcela para si. Dependendo dos recursos do servidor e da quantidade de usuários esse fato pode exaurir toda a memória disponível, deixando o servidor executar swap o que denigre bastante a performance.

Uma forma rápida e quase indolor é acessar o Task Manager do Windows e finalizar manualmente o processo.

Logo em seguido ele vai ser iniciado novamente, só que desta vez ocupando bem pouca memória.

 

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Hoje vislumbramos um novo desafio para o gerenciamento das empresas, o volume de dados.

O volume de dados é tão alto (e tem aumento contínuo) que se tornou um desafio gerencia-lo de forma eficiente para que eles se transformem em informações de qualidade e possam de fato serem úteis para a empresa.

Neste contexto surgiram diversas ferramentas de business intelligence, o famoso BI, dentre elas uma que merece destaque é o QlikView.

Um dos principais fatores é que o QlikView não se baseia unicamente no conceito de cubo, apesar de utiliza-los de forma muito eficiente, ela adota o conceito de metadados o que eleva a sua flexibilidade e o coloca a frente de outras soluções mais tradicionais que se baseiam somente no conceito de cubo.

Para os profissionais que já trabalham com banco de dados ou pelo menos tem um pouco de experiência com SQL, a boa notícia, o QlikView utiliza uma linguagem chamada AQL que é muito semelhante ao SQL e é com ela que as consultas e cargas são geradas, eu posso confirmar, mesmo um profissional que nunca tenha trabalhado com o QlikView o seu aprendizado é bem intuitivo e simples.

No decorrer deste ano estarei postando mais informações, dicas e macetes que às vezes levamos horas para descobrir e são geralmente essas dicas que não vem escrita em nenhum manual.

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