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Para que prefere o Netbeans para desenvolver suas aplicações Java já deve ter notado que ao compilar seu projeto, caso utilize alguma biblioteca externa (geralmente em .jar) o Netbeans cria uma pasta lib com todas eles para você.

Isto se torna interessante pois a manutenção de sua aplicação Java se torna bem mais simples, afinal, para atualizar uma biblioteca basta trocar o arquivo .jar na pasta lib e pronto, sem precisar compilar novamente.

Porém podem ocorrer casos de que seja necessário que as bibliotecas estejam embutidas dentro do seu projeto compilado, aquele arquivo .jar que você irá distribuir, para realizar esta tarefa no Netbeans é bem simples, pois nele existe um arquivo, que fica na raiz do seu projeto, chamado build.xml, ele é o arquivo que vai ditar as regras finais de compilação da sua aplicação Java.

Para conseguir o feito de o Netbeans gerar um único arquivo .jar com todas as bibliotecas embutidas nele, você deve editar o arquivo build.xml e logo antes da tag </Project> colocar o seguinte código:





















Basta adicionar o nome da sua aplicação no local indicado e na próxima vez que o seu projeto Java for compilado no Netbeans ele irá criar uma pasta store e dentro dela estará um único arquivo .jar, pronto para ser distribuído e utilizado.

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Basicamente Android é Java, ou seja, quem já conhece o desenvolvimento J2ME estará em casa, porém é preciso notar alguns detalhes.

O primeiro é que um aplicativo compilado para Android tem o bytecode diferente do bytecode padrão de uma JVM Java, o Android utiliza a JVM Dalvik.

Sabendo disso o ideal é possuir uma IDE para agilizar e facilitar o desenvolvimento, por isso eu recomento o Netbeans 7 com o plugin Android.

O Netbeans basta fazer o download daqui (é necessário possuir o JDK previamente instalado).

Para instalar o plugin é preciso adicionar o seu repositório antes, pois ele não faz parte do repositório padrão do Netbeans, para isso você precisa ir em Ferramentas -> Plug-ins.

Na aba Configurações basta adicionar a seguinte URL: http://kenai.com/projects/nbandroid/downloads/download/updatecenter/updates.xml.

Pronto, agora basta ir na aba Plug-ins disponíveis e selecionar o plugin do Android.

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Certa vez participando de uma palestra, o palestrando disse que é besteira o desenvolvedor de software se preocupar em produzir e manter documentação do seu código-fonte.

O mesmo alegava que o trabalho em manter e produzir toda a documentação é muito amplo e desnecessário se o desenvolvedor seguir os padrões de desenvolvimento existentes para a sua plataforma, no caso era uma palestra sobre Java.

Eu pensei muito a respeito, e a minha opinião é totalmente contrária a do palestrante.

Em primeiro lugar, produzir e manter uma documentação no padrão Javadoc, que é o padrão adotado pelo Java, é muito simples e com a ajuda de IDE´s como o Netbeans ou o Eclipse essa tarefa se torna tão modesta que não o pouco tempo que “perdemos” é totalmente recompensado (com lucros) nas futuras manutenções e upgrades do sistema.

A alegação do palestrante de que código-fonte bem produzido é inteligível para qualquer outro desenvolvedor não está errado, mas também não é tão simplista assim.

Por mais purista que o desenvolvedor seja, eu nunca vi em mais de 10 anos um código-fonte que fosse tão inteligível assim, padrões auxiliam e evitam a famosa programação McGuiver (aquela que com o bloco de notas e o Javac fazemos um ERP em dois dias), sempre existe a demanda de tempo e aprendizado sobre o novo código-fonte que vamos alterar ou trocar, e esse tempo é diminuído caso o código-fonte esteja documentado.

Então faça um bem para você e para os demais, documente o seu código-fonte e vamos fazer do desenvolvimento de software um lugar mais feliz!

Aproveitante, se alguém algum dia encontrar um código-fonte tão perfeito  como o citado pelo palestrante, por favor em envie, pois vou emoldurar e pendurar na parede do meu quarto.

Certa vez participando de uma palestra, o palestrando disse que é besteira o desenvolvedor de software se preocupar em produzir e manter documentação do seu código-fonte.

O mesmo alegava que o trabalho em manter e produzir toda a documentação é muito amplo e desnecessário se o desenvolvedor seguir os padrões de desenvolvimento existentes para a sua plataforma, no caso era uma palestra sobre Java.

Eu pensei muito a respeito, e a minha opinião é totalmente contrária a do palestrante.

Em primeiro lugar, produzir e manter uma documentação no padrão Javadoc, que é o padrão adotado pelo Java, é muito simples e com a ajuda de IDE´s como o Netbeans ou o Eclipse essa tarefa se torna tão modesta que não o pouco tempo que “perdemos” é totalmente recompensado (com lucros) nas futuras manutenções e upgrades do sistema.

A alegação do palestrante de que código-fonte bem produzido é inteligível para qualquer outro desenvolvedor não está errado, mas também não é tão simplista assim.

Por mais purista que o desenvolvedor seja, eu nunca vi em mais de 1

Certa vez participando de uma palestra, o palestrando disse que é besteira o desenvolvedor de software se preocupar em produzir e manter documentação do seu código-fonte.

O mesmo alegava que o trabalho em manter e produzir toda a documentação é muito amplo e desnecessário se o desenvolvedor seguir os padrões de desenvolvimento existentes para a sua plataforma, no caso era uma palestra sobre Java.

Eu pensei muito a respeito, e a minha opinião é totalmente contrária a do palestrante.

Em primeiro lugar, produzir e manter uma documentação no padrão Javadoc, que é o padrão adotado pelo Java, é muito simples e com a ajuda de IDE´s como o Netbeans ou o Eclipse essa tarefa se torna tão modesta que não o pouco tempo que “perdemos” é totalmente recompensado (com lucros) nas futuras manutenções e upgrades do sistema.

A alegação do palestrante de que código-fonte bem produzido é inteligível para qualquer outro desenvolvedor não está errado, mas também não é tão simplista assim.

Por mais purista que o desenvolvedor seja, eu nunca vi em mais de 10 anos um código-fonte que fosse tão inteligível assim, padrões auxiliam e evitam a famosa programação McGuiver (aquela que com o bloco de notas e o Javac fazemos um ERP em dois dias), sempre existe a demanda de tempo e aprendizado sobre o novo código-fonte que vamos alterar ou trocar, e esse tempo é diminuído caso o código-fonte esteja documentado.

Então faça um bem para você e para os demais, documente o seu código-fonte e vamos fazer do desenvolvimento de software um lugar mais feliz!

Aproveitante, se alguém algum dia encontrar um código-fonte tão perfeito  como o citado pelo palestrante, por favor em envie, pois vou emoldurar e pendurar na parede do meu quarto.

0 anos um código-fonte que fosse tão inteligível assim, padrões auxiliam e evitam a famosa programação McGuiver (aquela que com o bloco de notas e o Javac fazemos um ERP em dois dias), sempre existe a demanda de tempo e aprendizado sobre o novo código-fonte que vamos alterar ou trocar, e esse tempo é diminuído caso o código-fonte esteja documentado.

Então faça um bem para você e para os demais, documente o seu código-fonte e vamos fazer do desenvolvimento de software um lugar mais feliz!

Aproveitante, se alguém algum dia encontrar um código-fonte tão perfeito como o citado pelo palestrante, por favor em envie, pois vou emoldurar e pendurar na parede do meu quarto.

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O Netbeans chega na versão 6.7 com algumas novidades bem interessantes:

  • Suporte a Maven para criação de plugins e serviços Web;
  • Integração com projeto Kenai;
  • Aperfeiçoamento do PHP;
  • Suporte a C++ para criação de perfil, biblioteca Qt, refatoração de código e expansão de macro;
  • Suporte a Java ME para projetos CDC no SDK incorporado do Java ME 3.

Estas são apenas algumas novas features do Netbeans 6.7, caso queira ver a lista completa de novidades e maiores inforamações é só visitar a página do Netbeans.org.

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Configurando o Netbeans


As vezes é necessário configurar o Netbeans especificamente para um projeto Java ou alterar uma configuração já existente. Por dentro da própria IDE já temos várias opções que podem ser refinadas, mas algumas fogem de nosso controle (como por exemplo path da Java Virtual Machine).

Esse arquivo recebe o nome de netbeans.conf e fica localizado em dois lugares distintos:

  • $NB_INSTALL/etc/netbeans.conf para as configurações globais; e
  • $USER_DIR/etc/netbeans.conf para a configuração do usuário logado no sistema.

Dentro desses arquivos podemos passar um pente fino em toda a configuração do Netbeans. Nesse artigo temos um bom exemplo de como utilizar o arquivo netbeans.conf para alterar as configurações da IDE.

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Netbeans


Muita gente pergunta qual a melhor IDE para o desenvolvimento Java e eu sempre recomendo o Netbeans, além dos recursos de incorporar projetos de outras IDE´s ele automatiza vários processos “chatos” do desenvolvimento de software e desse modo permite que o desenvolvedor centre toda a sua atenção no projeto em si.

Além de tudo isso é uma IDE de desenvolvimento PHP, C/C++ e Ruby. Abaixo vai um vídeo com conceitos básicos para inciantes tanto em Java como na IDE Netbeans.

O vídeo está em português e vai facilitar muito a vida do pessoal iniciante.

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