O browser não existe mais!


Pelo menos não como o conhecemos hoje!

Até há alguns anos atrás o browser (navegador) tinha a única função de acessar sites e sistemas Web e nada mais.

Hoje, um browser como o Firefox tem a capacidade de rodar aplicações de expansão, chamadas de complementos, que além da adição de novos recursos e features ao browser podem ser aplicações totalmente diferentes, como por exemplo clientes de FTP, configuradores, etc.

O Chrome do Google e o Internet Explorer da Microsoft começam agora a correr atrás do tempo perdido para adicionar a extensão de seus recursos dos navegadores via complementos, porém a base do Firefox é muito mais consolidada e maior, com uma gama diversificada de aplicativos de extensão.

Quando o Google lançou o Chrome muita gente profetizou que o Firefox e o Internet Explorer iriam sucumbir a força do Google, porém a grande base de usuários do Internet Explorer e os recursos e estabilidade do Firefox mostraram ser muito mais fortes que o nome do Google por detrás do Chrome.

Muita gente tem reclamado da “fome” do Firefox por recursos da máquina, principalmente memória, mas devemos lembrar que por não ser mais um browser e sim uma plataforma de Web o Firefox necessita de mais recursos para a sua execução, assim como um carro com motor mais potente irá consumir mais combustível do que um carro com motor menos potente.

O Firefox implementou a navegação por abas e todos copiaram, o Firefox implementou o recurso de “Complemento” e todos estão copiando, veremos agora as novidades para a aguardada versão 4.0, sua novidade na mudança de visual, sua implementação mais robusta do HTML 5 e veremos como a concorrência irá copiar.

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