Mega vazamento do Gmail: entenda como tudo aconteceu
Ao final do dia 27 de outubro, um mega vazamento do Gmail comprometeu a segurança de mais de 180 milhões de contas.

Ao final do dia 27 de outubro uma notícia terrível, um mega vazamento do Gmail e outros provedores de e-mail com mais de 180 milhões de usuários.
Porém, passado o grande impacto a situação real não foi bem como os canais de notícia reportaram.
A assessoria do Google tem notificado os canais de notícia que a situação real foi bem diferente do que foi noticiado, mas o que realmente aconteceu?
Mega vazamento do Gmail: entenda como tudo aconteceu
O especialista em cibersegurança Troy Hunt, fundador do site Have I Been Pwned, reportou que um banco de dados com 3,5 terabytes havia vazado.
Neste vazamento continha cerca de 183 milhões de credenciais de acesso, de serviços como Gmail, Yahoo e Outlook.
O Google foi categórico ao afirmar que não ocorreu nenhum vazamento ou roubo de dados nos servidores do Google.
O que ocorreu foi uma compilação de dados capturados via infostealers (uma espécie de malware que rouba dados do computador do próprio usuário).
De acordo com o porta voz do Google sobre o ocorrido:
“Eles decorrem de uma interpretação equivocada das atualizações contínuas em bancos de dados de roubo de credenciais, conhecidos como Infostealers, em que os invasores utilizam diversas ferramentas para coletar credenciais, ao invés de um ataque único e específico direcionado a uma pessoa, ferramenta ou plataforma específica”.
Em caso de dúvidas troque a senha do seu Gmail e é fundamental que tenha ativado a autenticação de dois fatores.
Pois em caso de vazamento, mesmo com sua senha golpistas não irão conseguir acessar sua conta.
Além de autenticação de dois fatores o uso de passkeys também serve para garantir mais segurança a sua conta.
Importante ressaltar que diversos tipos de malware tem a finalidade o roubo de credenciais e dados sensíveis, portanto manter procedimentos de segurança é fundamental.
Principalmente evitando clicar em links oriundos de e-mail ou SMS, que são os maiores disseminadores de golpes digitais.
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