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Archive for junho 2012



Já é longa a ficha de processos, acusações, intimações e proibições que a batalha judicial entre Apple e Samsung.

Assim como ocorreu na Alemanha meses atrás, através de um recurso a Apple conseguiu na justiça que a Samsung seja proibida de comercializar o Glaxy Tab 10.1 nos EUA, alegando que o produto da Samsung é uma mera cópia.

Na Alemanha a Samsung já teve que alterar o layout do Galaxy Tab para que as vendas pudessem ser retornadas e talvez tenha que fazer o mesmo nos EUA.

Por hora o próximo embate no processo de patentes está marcado para julho, onde de acordo com o esperado seja o desfecho de inúmeras acusações mútuas, uma situação preocupante para a Samsung, pois além do banimento das vendas do Galaxy Tab nos EUA a Apple conseguiu derrubar algumas análises de especialistas em favor da Samsung.

Quem de fato perde com toda essa briga são os consumidores que ao invés de verem empresas concorrentes melhorando seus produtos para ganhar market share acabam vendo empresas tentando proibir uma as outras de vender seus produtos para minar o mercado concorrente e de certa forma monopolizar todo um nicho de consumo (ninguém precisar ser guru para imaginar o que irá ocorrer com preços e inovação caso alguma das empresas tenha sucesso).

Para quem ficou preocupado com a Apple, que tem diversos de seus produtos abastecidos com processadores e outros componentes produzidos pela Samsung vale dizer que esta parceria vai bem obrigado e a Samsung continua feliz em vender seus componentes para a Apple. Que interessante, não?

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Desde os primórdios da informática existe o mito de que computadores são inteligentemente burros, pois são capazes de pensar e aprender por conta própria, apesar de ser extremamente rápidos para executarem tarefas para as quais são programados a fazer.

Agora o Google comprova o contrário.

O Google construiu uma rede neural composta por 16.000 processadores e um algoritmo, onde o objetivo era que esta rede ao ser exposta a cerca de 10 milhões de imagens e vídeos do Youtube fosse capaz de aprender, sem indicação de parâmetros inseridos por humanos, e a rede conseguiu aprender sozinha a distingui-los.

A princípio esta capacidade de aprender recém atribuída aos computadores tem o objetivo de ser aplicada para melhorias em controles de segurança biométricos e softwares de tradução simultânea, mas nada impede que a industria bélica também se beneficie desta nova vertente (nada de Skynet por enquanto).

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O Google já havia a bem pouco tempo disponibiliza o browser Chrome para a plataforma Android (somente para a versão 4 ou superior) e agora foi anunciado que o Chrome também estará disponível para iOS.

O Chrome no iOS vai preservar o mesmo conceito de abas das versões de outras plataformas, inclusive o recurso de sincronização com favoritos, navegação anônima e dados de navegação inclusive abas abertas em diversas plataformas.

A princípio não foi especificado se o Chrome de alguma forma irá tirar vantagem das telas Retina Display do iPad 3.

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Já pensou em borrifar a sua própria bateria sobre qualquer superfície? Não? Pois agora isso já é possível.

As baterias atuais, que são de íons de lítio, funcionam transferindo carga elétrica entre um eletrodo positivo e outro negativo. Embora nos dias atuais as suas capacidades de retenção e liberação de carga já estejam ficam limitadas para os atuais gadgets ainda são tanto em termos de design como de resistência e capacidade a melhor opção para baterias.

Uma equipe de pesquisa consegui através da forma líquida criar um spray de íons de lítio que ao ser borrifado sobre praticamente qualquer superfície tem a capacidade de transformar essa superfície como uma espécie de bateria, com o diferencial que o design pode ser livre, ou seja, com esta tecnologia poderemos criar gadgets com a bateria “embutida” na própria superfície o que resultaria em mais leveza, menor espessura e praticamente qualquer formato.

Em testes de laboratório, os inventores utilizaram a bateria em spray em ladrilhos, chapas de metal e até em uma caneca de Chopp.

Unindo essa nova ideia ao que já conhecemos sobre energia solar, podemos criar superfícies (muros, fachadas, paredes, etc) que seriam baterias acopladas a células fotovoltaicas solucionando assim também tanto o problema de armazenamento como o problema de geração de energia, de forma mais limpa e ecológica, indo de encontro direto com os preceitos atuais de economia verde.

A tecnologia ainda está em estágios inicias de testes, porém, tudo indica que irá aos poucos ser padronizada, melhorada e expandida de forma que possa ser viável comercialmente.

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Finalmente o Google anunciou o lançamento do Android 4.1, nomeado Jelly Bean.

As novidades foram mais em termos de usabilidade e performance, refletindo em uma melhor experiência final para o usuário. Em termos de layout as alterações são bem sutis, mas em termos de uso as mudanças são bem vindas, veja a seguir:

  • Project Butter: o nome é estranho, mas tem tudo haver com o seu objetivo final, melhorar a experiência de toque, para que os comandos do usuário via toque de tela deslizem e sejam fluídos, sem gargalos. Neste ponto o Google chega a afirmar que este novo Android consegue quase que prever as ações do usuário;
  • Widgets redimensionáveis: tem o objetivo de facilitar o acesso da informação, evitando que o usuário tenha que abrir o App por completo;
  • Novo dicionário: melhorias no teclado e entrada de texto farão do Android mais inteligente nas sugestões e trabalho com texto do usuário;
  • Fotos: o Google promete leves melhorias no layout de exibição de fotos e facilidades para compartilhar fotos;
  • Notificações: agora deixa de ser passivo e permite que desenvolvedores de App´s manipulem interação via notificações com os usuários;
  • Busca: a interface foi modificada para ampliar o espectro foi ampliado para maior integração com recursos de localização. Existe também acoplada a busca o recurso chamado Google Now, que com base na localização e perfil de buscas do usuário pode sugerir de maneira inteligente serviços e recursos dos locais ao usuário do Android;
  • Voz: principalmente aplicada à busca agora veio para ficar e ser de fato usada, mais inteligente e usual.

Como vocês podem ter notado, a quantidade de vezes que a palavra inteligente foi utilizada é grande, mas o termo correto é este mesmo, o Google não implementou nada de relevante no layout mas otimizou muito recursos já existentes, melhorando muito a maneira como o Android interage com usuário.

A linha Nexus irá receber a atualização para o Android 4.1, os pobres mortais que utilizam gadgets de outros fabricantes ainda não tem previsão de quando os respectivos canais oficiais irão disponibilizar a atualização.

Fonte: Ztop

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Desde o ano de 2010 a Xuxa move contra o Google um processo onde solicita que o buscador do Google não relacione seus dados e imagens para os termos “xuxa” e “pedófilo”, essa situação deve ter se acirrado depois da crise que a sua última entrevista gerou na Internet.

Além da proibição a Xuxa queria que ficasse estipulada uma multa de R$ 20 mil caso o Google não respeitasse a decisão.

E não foi que o santo padroeiro da Internet conspirou a favor do Google e o juiz julgou improcedente a ação movida pela Xuxa, afinal não era sem tempo, já estava na hora da justiça dar um basta neste oba-oba que virou os processos contra buscadores e indexadores, notadamente o Google.

A Xuxa no melhor estilo fez o filme intitulado “Amor Estranho Amor” (se quiser pesquise no Google, ele vai te mostrar o que é) e queria vetar que o mundo soubesse como foi o início da sua carreira, mas bem que ela gostou do dinheiro obtido com o trabalho.

Que assim como este, que várias outras pessoas sem noção não obtenham êxito em processo esdrúxulos contra o Google, processos que não visam a defesa da privacidade alheia, mas somente alguns trocados.

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A Mozila desta vez trouxe uma boa surpresa relacionada ao Firefox, pelo menos para a versão mobile, foi liberado o Firefox 14.

Além das já tradicionais melhorias de performance temos 3 grandes alterações nesta nova versão do Firefox, uma relacionada ao visual e duas de cunho técnico.

Quanto ao visual, ele foi completamente remodelado no Firefox 14, está mais próximo da versão desktop, o que indica que deverá mudar novamente quando o Firefox 16 para desktop for lançada, que ao que tudo indica é esta versão que contará com visual integrado ao Metro. Particularmente as mudanças do visual foram bem vindas e trouxeram facilidades de navegação, pois o Firefox mobile deixou de ter aquela “cara” de navegador WAP e entrou de sola no mundo dos smartphones.

Também o suporte ao HTML5 foi fortemente alterado, trazendo muito mais compatibilidade e suporte, agora só falta que os sites e sistemas Web façam uso intensivo do HTML5.

A última novidade é o suporte a Flash, isso mesmo, uma questão sempre polêmica para a Mozilla era a falta de suporte a Flash na versão mobile do Firefox, agora na configuração default é possível com um único clique ativar o plugin do Flash quando necessário.

Agora o Firefox entra forte na briga dos browsers para smartphones, principalmente para Android, deixando o Opera e outros em situação de alerta.

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Tenho monitorado que vários clientes dos planos de dados da Oi, estão recebendo ligações de algum call-center que se identificam como funcionários da Oi e que eles irão expandir a velocidade de conexão e que para isso precisam cobrar uma taxa de setup de R$4,50 e pedem uma conta bancária para fazer o débito.

Caso o usuário concorde e passe a conta, no dia seguinte outro atendente entra em contato alegando que a conta anterior está com problemas e solicita um número de conta de cônjuge ou algum outro parente para efetuar o débito, caso o usuário passe uma nova conta, eles tornam a ligar no dia seguinte, assim sucessivamente, até que o usuário diga que não irá passar mais conta alguma.

O usuário nunca irá receber nenhum técnico da Oi para expansão da velocidade de seu plano de dados, porém nos próximos meses o cliente irá notar um débito em sua conta corrente no valor de R$ 29,90 referente a taxa de conexão do Terra.

Isso mesmo, sabe aquele portal de conteúdo, que se diz o maior da América Latina? É ele mesmo que está ludibriando os usuários da Oi e vendendo de forma daninha um serviço e entregando outro, isso na minha opinião é pura e simplesmente estelionato.

E para cancelar este roubo é a mesma embromação de sempre, você liga, fica dezenas de minutos aguardando a “central de cancelamento” e quando consegue falar com alguém, este alguém diz que cancelou o serviço, mas no próximo mês você vê o débito novamente ocorrendo, o mais fácil é você acessar o Internet Banking e cancelar o débito automático da sua conta, ou melhor, de todas as contas que você forneceu ao Terra, pois eles fazem o débito de todas as suas contas.

Para reaver o dinheiro pago então, só se for na base do processo.

É duro de acreditar que uma empresa de Internet tão bem consolidada como o Terra esteja se valendo de artifícios tão obscuros para conseguir um incremento no seu faturamento.

O mais difícil de acreditar ainda é que nem a Oi e nem o PROCON que provavelmente já recebeu dezenas de denúncias ainda tomaram nenhum ação contra o Terra, afinal isso se caracteriza em vários tipos de crimes diferentes, que além de multa é passível de prisão para os envolvidos no esquema.

No caso da Oi, uma coisa é estranha, como foi que eles conseguiram os dados dos clientes da Oi? E a Oi por estar tão quieta a respeito dos fatos nos dá a impressão de que a mesma é conivente com a atitude do Terra.

E você, já conhece alguém que foi vítima deste golpe? Ou trabalha na Oi e quer explicar a situação? Os comentários estão abertos.

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A tempos que rumores falam de um suposto tablet do Google, nos mesmos moldes do Nexus, com Android “puro de origem”, pelo jeito o boato era verdade e fotos e informações vazaram na Internet dias antes da conferência do Google I/O onde de fato esse tablet seria lançado.

Tablet Nexus, do Google (Foto: Reprodução/GizmodoAU)

Tablet Nexus, do Google (Foto: Reprodução/GizmodoAU)

A origem dessa nova onda de novidades parece ter sido do Gizmodo da Austrália, de qualquer forma segue alguns dados técnicos do novo tablet:

  • 7″ de tela;
  • Processador quad-core Tegra 3 com 1,3 GHz de clock;
  • 1 GB de memória RAM;
  • GPU GeForce com 12 núcleos;
  • Câmera frontal de 1,2 MP;
  • Bateria com duração de 9 horas.

O tablet ainda irá contar com uma nova versão do Android, chamada de Jelly Bean (versão 4.1) e a ideia inicial de lançar este Android sob a contagem de versão 5 foi abortada pela falta de mudanças significativas, o que resultou em apenas um minor update.

O tablet será produzido pela Asus e será vendido em versões com 8 Gb e 16 Gb de armazenamento.

Se o tablet for de fato somente isso não sei de onde o Google irá tirar folego para competir com o atual iPad 3 e o futuro Surface, pois ele não apresenta nada de diferencial, é apenas mais um hardware bonitinho nesse monte de tablets que temos por aí.

A princípio será somente amado por geeks fãs de Android e que irão conseguir uma experiência real e pura do sistema do Google e a garantia de boas e velozes atualizações.

Fonte: Techtudo

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O Google quer reduzir ainda mais o consumo de memória do Chrome.

Mesmo sendo um componente de hardware barato e abundando no mercado, o Google quer que o Chrome consuma ainda menos memória, para isso lança mão de uma estratégia inusitada, melhorar o consumo de memória por parte das extensões.

O fato é que mesmo desabilitadas as extensões consumem um pouco de memória, com a nova implementação do Chrome o Google deseja que as extensões desativadas não consumam mais nada de memória, voltando a consumir somente se forem ativadas.

O problema é que mesmo que o Chrome esteja preparado para trabalhar desta forma é preciso que as extensões também estejam, ou seja, após o Google mudar o Chrome os desenvolvedores deverão mudar suas extensões, uma a uma, para que entendam essa nova forma de trabalho do Chrome.

O Firefox pula de alegria com mais essa enxugada de consumo de recursos do Chrome.

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