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Archive for maio 10th, 2012



Links são peça fundamental na forma como os robôs de busca indexam o seu site, inclusive o mais importante deles, o do Google.

Quando você mantém um blog ou site dificilmente irá criar suas páginas na mão, usará algum sistema de CMS (gerenciamento de conteúdo), provavelmente o WordPress.

Por padrão o WordPress cria os links de acordo com uma sequência numérica que é utilizada para armazenar o seu post (página Web), fica mais ou menos assim: http://www.seu_dominio.com/?p=3623, assim de acordo com as informações que temos a indexação do seu site é prejudicada se comparada a uma página idêntica com o link criado de forma semântica, mais ou menos assim ficaria o link: http://www.seu_dominio.com/seu_assunto ou http://www.seu_dominio.com/data_post/seu_assunto.

Viram, é interessante do ponto de vista do robô de busca que o link para a sua página contenha o “assunto” ou pelo menos palavras chaves sobre o qual o texto trata.

Porém, sempre tem o porém, utilizar links semânticos podem limitar o acesso ao seu blog ou site, eu explico, muitas empresas utilizam regras de acesso a fim de coibir pornografia e bagunça no acesso a Internet dos seus colaboradores e várias dessas técnicas de bloqueio também validam o link, por exemplo:

Suponha que eu tenha um link para um post que ensine a bloquear o Facebook no proxy, nada de mais o pessoal da área de TI acessar este link para aprender e implementar este bloqueio, levando em conta que a palavra Facebook é proibida na regra de acesso (para evitar o óbvio acesso ao Facebook) e o meu link fosse http://www.seu_dominio.com/bloquear_facebook, automaticamente o meu post cairia na regra do proxy e seria bloqueado, já se eu utilizasse o padrão do WordPress, aquele link numérico este problema não iria existir.

Qual método escolher? Você decide, eu sugiro que se o seu blog ou site for de entretenimento ou assuntos banais que podem e devem ser acessados de fora da empresa eu aconselho utilizar links semânticos, agora se for como o Viablog, com assuntos técnicos e que podem servir de consulta didática no horário do expediente eu aconselho a ficar no padrão numérico (assim como o Viablog está)

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Vocês se lembram daquela história que o Windows 8 seria a primeira versão do Windows convencional (as versões CE, Mobile e Phone não contam) que poderia ser executado em processadores X86, X86-64 e ARM?

Então, a versão do Windows 8 para ARM foi batizada de RT, até aí ótimo, porém a versão RT não vai executar aplicativos do Windows 7 ou inferiores (ou seja, os famigerados Win32/64) e o desktop incluso no Windows 8 RT só poderá executar o Microsoft Office que ainda não tem versão para a interface Metro, Windows Explorer e Internet Explorer.

Até agora tudo bonito e lindo, só que a Mozilla reclamou que a Microsoft está limando a concorrência no que tange aos browsers, tudo porque o Internet Explorer 10 funciona utilizando uma interface Metro e toda a renderização via Win32, ou seja, é uma mistura da novidade Metro com o tradicional desktop.

E aplicativos de terceiros só terão acesso as API´s do Metro, e para completar na interface Metro é proibido um software abrir mais de uma instancia, resumindo, o Firefox e o Chrome que utilizam esse recurso para isolar abas e extensões estariam em maus lençóis.

Notaram que o Chrome também se complica no Windows 8 RT? Então, o Google não perdeu tempo e engrossou a voz junto com a Mozilla contra essa, digamos, característica do Windows 8 RT.

Por enquanto não temos uma posição oficial, mas caso o Windows 8 RT for de fato lançado dessa forma e realmente emplaque legal nos tablets para qual foi projetado, prevejo toneladas de processos por monopólio contra a Microsoft.

Fonte: Gizmodo

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