Archive for novembro 2011
Li que a Coreia vai testar guardas robôs com o intuito de melhorar o nível de segurança e permitir melhores condições de trabalho para os agentes humanos.
Deixando de lado o fato do alto custo para o desenvolvimento, estabilidade, amadurecimento e manutenção desta tecnologia ainda esbarramos em um lado cômico.
Veja a declaração do professor Lee Baik-Chu que é o líder do projeto:
“Já quase terminamos o sistema operacional, agora estamos trabalhando para tornar os robôs mais amigáveis para os prisioneiros”
Isso mesmo que você leu, eles vão colocar guardas robôs em uma penitenciária com o sistema operacional quase pronto e de quebra estão trabalhando para deixar os robôs mais amigáveis com os presos.
Penso como foram os testes de desenvolvimento.
Não sei se tenho dó ou se acho bem feito para os prisioneiros, afinal, imagine conviver confinado com guardas robôs pouco amigáveis hostis, não deve ser para qualquer um.
Fonte: Meiobit
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Até a cerca de dois anos atrás era simples para um gestor de TI controlar o acesso da Internet, bastava incluir um proxy e pronto, todos os computadores e notebooks conectados só poderiam acessar aquilo que o proxy permitisse.
Porém o tempo passou e a informática evoluiu e evoluiu muito rápido, hoje é comum vermos smartphones ou notebooks conectados a Internet via modens 3G. E agora, como controlar o acesso a Internet de seus funcionários durante o horário de trabalho?
Analisando sob esta ótica vemos que o controle estabelecido no proxy vai muito além do controle de cunho técnico que é aquele controle que visa impedir que sites proibidos pela empresa sejam acessados de dentro de sua rede (seja ela cabeada ou wireless), ele também visa impedir o ócio, ou seja, é possível monitorar os colaboradores para ver se o trabalho está ficando de lado e a diversão na Internet tem sido o objetivo.
Mas utilizando smartphones que hoje podem possuir até mesmo maior capacidade que os notebooks mais modestos ou ainda notebooks com conexão 3G deixam os colaboradores longe do controle estabelecido pelo proxy e até agora é difícil estabelecer controles efetivos.
Uma pequena parcela das empresas é liberal e tem uma forma dinâmica de administração, ou seja, se o funcionário cumprir com seus objetivos pré-estabelecidos, o tempo restante é dele e ponto para essas empresas a necessidade de um controle apertado sobre o acesso a Internet é desnecessário. Mas a grande maioria das organizações ainda funciona sob o método tradicional, ou seja, enquanto eu estiver no horário de trabalho tanto faz como tanto fez se eu já terminei minha meta estabelecida e estou aguardando o trabalho alheio ser concluído.
As empresas do primeiro modelo tendem a serem mais ágeis, flexíveis e concentrar os melhores profissionais, pois tornam referências no mercado por conterem certos mimos para sua força de trabalho e já as empresas que adotam o segundo modelo, que se concentram na maioria na indústria de transformação, são menos desejadas de se trabalhar.
Sem levar a discussão para a ótica de qual modelo dará mais certo, mas os administradores de rede e de TI terão dias nebulosos para estabelecer controles físicos no que tange o acesso da Internet, e as famosas CI´s irão circular com inúmeras proibições atrelando todo o controle a política da empresa.
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Sempre dizem que hardware da Microsoft é excelente, eu discordo, o que de fato tem atraído consumidores para o consumo principalmente de mouses é o design e ergonomia, sim, estamos falando o Arc Touch.
Já tive um grandalhão Explorer Mini Mouse, que apesar de grande tem ótima ergonomia, e o famoso problema da tinta prata saindo é simplesmente arranjado com um pouco de acetona, retirando tudo, acredito que sou o único que tem um Explorer Mini Mouse série black.
Mas voltando ao intuito original deste post, adquiri recentemente um Arc Touch, uma das grandes vantagens era o formato plano para transporte e arqueado para uso, ser extremamente leve e o touch no lugar do famoso whell e também o fato da Microsoft prometer um tempo de vida útil de até 3 meses para as duas pilhas R03 (AAA).
De fato todas as características do produto foram de pronto atendidas, menos o fato do consumo de energia, o par de pilhas mal durou um mês e já teve que ser trocado.
Realmente melhorou muito, pois o meu Explorer Mini Mouse não durava nem 3 semanas, mas está muito longe do consumo prometido pela Microsoft. Quando qualquer mouse Xing-Ling as pilhas duram de 4 a 6 meses, porque a Microsoft não melhora isso?
Acredito que a tecnologia BlueTrack, que permite que o mouse funcione em praticamente qualquer superfície (realmente comprovo isso, é muito, mas muito melhor que qualquer outro mouse) tem o seu preço, e o preço cobrado é o alto consumo de energia, somente isso explica o motivo de mouses da Microsoft serem tão glutões de pilhas.
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A diferença quando é da Apple
Sem comentários · Post por Petter Rafael em Android, Clientes, Novidades
Estreou as vendas na última quinta-feira o mais novo iPad killer, o Nook Tablet produzido pela Barnes & Noble, e já começou levantando poeira, tudo porque o anuncio é que o Nook Tablet tem a capacidade de reproduzir vídeos em HD (720p ou ainda 1080p para Full HD).
Quase que imediatamente o colunista de tecnologia David Pogue que escreve para o New York Times criticou duramente o Nook Tabet alegando que as dimensões de sua tela (1024 x 600) era impossível que o mesmo exibisse conteúdo em 720p. O fabricante respondeu prontamente alegando que o dispositivo tinha capacidade tanto de hardware como de software para decodificar e reproduzir vídeos em HD sem lag.
O David Pogue não gostou da resposta da Barnes & Noble e continuou com a esculhambação.
Mas assim que a notícia virou hype pela Internet vários usuários relataram que o mesmo David Pogue fez uma análise do iPad que apesar de ter capacidade de hardware e software cai no mesmo caso do Nook Tablet, tem como trabalhar sem lag com material em HD porém para exibir na sua própria tela é necessário redimensionamento para o ajuste do vídeo e no caso da análise do iPad ao invés da esculhambação trivial que ocorre com o Nook Table, o David Pogue disse que isso era simplesmente resolvido com um cabo HDMI.
Como assim? Com a Apple pode e com a Barnes & Noble não pode.
Só precisamos saber se a Apple está patrocinando o próprio David Pogue ou o New York Times mesmo.
Mas para quem está acostumado com as péssimas matérias da Info (que é uma revista especializada em TI), ver um erro destes é bobagem.
Fonte: Tecnoblog
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Para descontrair.
Você se considera um bom programador? Que critérios você utiliza para definir se alguém é um bom programador ou não? Pensando nesses aspectos de como um programador pode ser bom, resolvi criar um artigo do que considero Os quatro tipos de bons programadores.
O filósofo
O filósofo adora construir códigos bonitos, bem escritos e bem estruturados. A energia do filósofo é colocada na robustez, elegância e flexibilidade do código e esse tipo de programador não consegue passar uma semana sem citar “boas práticas”.
Motivação
O filósofo é motivado pela necessidade de proteção e segurança que se manifestam pelo controle severo. Um programa bem ordenado e bem escrito, que siga princípios claros são o “pedacinho do céu” desse programador. O caos é seu pesadelo. A beleza se dá pela legilibilidade do código.
Superpoderes
- Constroem códigos tão bons que você poderia apostar sua vida neles!
- Podem criar ambientes aonde a base do código permaneça em forma pura, independente das habilidades dos outros membros da equipe
- Se eles construíram o sistema, ele será escalável
O Lado Negro
- Sempre acredita estar certo
- Se preocupa mais com os casos de teste do que com os problemas do usuário
- Nunca considera o sistema como acabado
Deixe-os com raiva
- Misture espaços com tabs
- Evite dar commit e testar seu código
- Escale-os para atividades de improvisação
O inventor
Algo diferente e legal está sempre saindo do “laboratório” do inventor. Ninguém lhe pediu nada, mas ele está sempre criando coisas novas.
Motivação
O inventor é movido pela necessidade de explorar e dar vida a algo completamentamente novo e único. A curiosidade do “E se…” o leva a procurar novas soluções.
Superpoderes
- Cria novas soluções de tecnologia que (às vezes) são úteis
- Tem um entusiasmo contagiantes
- Fazem você dizer: “Nossa, eu nunca tinha pensado nisso dessa maneira”
O Lado Negro
- Não foi inventado ainda
Deixe-os com raiva
- Vá contra as ideias dele dizendo que “Aquele não é o padrão da indústria”
O conquistador
Nenhum problema é difícil demais para o conquistador. Para eles, programar é estar em uma odisséia com cada vez mais desafios a superar. O conquistador é esforçado e competitivo, mas não necessariamente competitivo com outras pessoas.
Motivação
Quando maior o desafio, maior será sua empolgação.
Superpoderes
- Consegue resolver problemas que você pensava ser impossíveis
- Têm foco mais nítido do que um laser e são mais resistentes do que um corredor de maratona
- São uma enciclopédia ambulante de algoritmos
O Lado Negro
- Vão fazer problemas triviais se tornarem complexos somente pelo prazer de resolve-los
- Estão sempre entediados e aborrecidos
Deixe-os com raiva
- Escale-os para atividades simples do tipo CRUD
- Force-os a usar linguagens imperativas
- Presentei-os com livros de Sudoku Nível Iniciante
O resolvedor de problemas
O resolvedor de problemas é uma pessoa determinada e pragmática. Um problema bem definido será resolvido, e resolvidos rapidamente por todos os meios necessários.
Motivação
Esse programador é focado na agregação de valor. Assim, deixa de lado o processo criativo a fim de entregar exatamente o que lhe foi pedido.
SuperPoderes
- Escuta
- Resolve
- Usa a tecnologia para resolver os problemas do negócio e não para trazer mais problemas
Lado Negro
- Irrita os programadores puristas
- Podem ser oportunistas
Deixe-os com raiva
- Dê a eles muito trabalho
- Atribua-lhes tarefas de programação sem qualquer contexto, em que tenham que apenas “digitar código”
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Recentemente foi noticiado um método de ataque contra servidores DNS aqui no Brasil, como o ataque e a falha de segurança foram detectados logo no princípio o estrago foi relativamente pequeno.
Mas pelo jeito o ataque realizado do Brasil foi apenas um ensaio.
Está sendo pesquisado um fato curioso sobre os servidores mundiais de DNS, eles simplesmente estão travando, sem motivo aparente, e todos eles executam o servidor DNS BIND (que é o software servidor de DNS mais utilizado), o caso é sem dúvida intrigante.
Sem um estudo conclusivo é de se esperar que um grupo de pessoas esteja simulando um evento na rede que cause a pane no BIND, dessa forma sem a resolução de nomes a navegação web fica muito comprometida. Acha-se que se trata de um ataque coordenado pois em vários pontos distintos e da mesma forma o BIND foi tirado de operação, contudo não se tem certeza de como e quando a investida foi de fato realizada muito menos se é apenas um teste para uma ação maior ou se foi apenas uma tentativa que deu certo e não irá ocorrer novamente.
A empresa desenvolvedora do BIND liberou um pequeno comunicado informado o ocorrido e como contornar de forma provisória a falha de segurança e vamos esperar que o ataque não tome forme e fique nisso.
Pelo jeito agora o foco de ataques vai incidir sobre um tipo de servidor que nunca recebeu muito atenção, embora a sua importância seja vital para o bom funcionamento da Internet, como sendo o elo fraco da corrente pelo jeito hackers e crackers encontraram uma forma mais fácil de causar histeria mundial.
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Google divulga solução para o rastreamento wi-fi
Sem comentários · Post por Petter Rafael em Google, Segurança
Este ano foi descoberto que durante o mapeamento para o Street View e assemelhados o Google capturava as redes wi-fi disponíveis e caso a rede estive com segurança baixa podia inclusive coletar dados, o pessoal da Europa que é de fato cismado com essa tal de privacidade foram os primeiros a gritarem, na época o Google emitiu nota falando de sua política de privacidade, mas não teve jeito, a coisa pegou mal mesmo.
Esta semana o Google divulgou uma “solução” (isso mesmo, entre aspas), no melhor estilo POG, o Google instruiu que todos utilizem após o SSID da sua rede wireless a expressão ‘_nomap’ para que a sua rede não seja monitorada e mapeada e consequentemente divulgada por algum dos serviços do Google.
De toda essa história podemos analisar que:
- O Google de fato é muito presunçoso, afinal com esta tal solução ele implicitamente diz: “se vire, senão eu monitoro mesmo”;
- É convencido, pois na mesma nota ele diz que todas as empresas com solução de rastreamento semelhante aos serviços do Google que adotem a mesma política, ou seja, quer criar padrão no mercado com uma solução porca;
- Não sei o porquê de tanto alvoroço, afinal se o carro do Google Street View passar em frente de casa verá apenas um SSID que não indica nada (não é pessoal) e mais nada, não sei que mal tem nisso.
De fato o Google quer continuar rastreando, pois é certo que a grande maioria dos usuários não vão alterar o SSID de suas redes, ou porque não sabem faze-lo ou simplesmente porque não tem a mínima noção deste caso, e caso alguém reclame o Google joga a culpa de volta para o usuário alegando que solução tem o usuário que não sabe aplicar.
Afinal, se o Google quisesse de fato resolver a questão ele pediria que todos os interessados alterassem o SSID de suas redes wireless com um adicional como, por exemplo ‘_map’ indicando que querem implicitamente ser mapeados pelos Google ou qualquer outro serviço.
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O Android Ice Cream Sandwich (versão 4 do Android) está em desenvolvimento e uma das novidades já virou hype na Internet, a ativação do smartphone via leitura biométrica do rosto do usuário.
O fato é que alguns testes mostraram que caso alguém tenha uma foto (uma foto bem tirada, diga-se de passagem) vai conseguir enganar o algoritmo de validação implementado no Android e o gadget será habilitado para uso.
Os fanboys da Apple foram ao delírio com a notícia da falha, pois muito deles estavam de cara com esta característica do novo Andorid e com o fato desta ideia não ser do Steve Jobs (tá certo talvez ele processasse o Google pois poderia ter sonhado com isso).
Porém o caso é bem mais embaixo.
Em primeiro lugar eu nunca vi um sensor biométrico (retina, digital, face, etc) que nunca, mas nunca tenha falhado, sempre é possível encontrar alguma artimanha e fazer o sensor considerar como verdadeiro algo que não é, afinal até o melhor equipamento de reconhecimento biométrico – o homem – que existe comete falhas, o que dirá um simples computador com um sensor biométrico.
Se os desenvolvedores do Android refinassem demais as variáveis de validação um simples olho roxo da balada do dia anterior, um acidente ou um encontro mais violento com o muro já seria suficiente para que o Android não mais reconhecesse o seu dono e passasse a agir como um pitbul stressado com fome.
Os desenvolvedores do Android podem e devem refinar mais o algoritmo, para aproximá-lo ao máximo da capacidade humana, mas nunca ele será tão capaz como o ser humano, afinal tivemos milênios para praticar.
Nota: a capacidade de reconhecimento biométrico de outro ser humano é imensa nos próprios seres humanos, afinal trata-se de reconhecimento inter espécie e mesmo assim cometemos erros (já tentou identificar gêmeos idênticos que acabou de conhecer?).
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Em terra de software o hardware se vira como pode
Sem comentários · Post por Petter Rafael em Novidades, Tecnologia
A festa de núcleos em processadores parece estar longe de acabar, pelo menos para a AMD, que anunciou um novo processador com 16 núcleos em duas pastilhas de silício para a sua linha Opteron que é dedicado para o mercado corporativo.
De acordo com a AMD, o novo Opteron terá grande proveito em ambientes corporativos que utilizam virtualização em larga escala, pois, em teoria os ambientes virtualizados poderiam “contar” com núcleos dedicados para seu funcionamento (ao menos se os softwares de virtualização comportem tal ação).
O Opteron 6282 terá 16 núcleos e clock de 2,82 Ghz e é o modelo topo de linha da AMD.
Resta saber como será a performance global deste computador, pois de nada adianta um processador com força bruta de processamento se os outros componentes não ajudarem, principalmente o barramento e comunicação entre os componentes.
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Recentemente os usuários do iOS atualizaram seus gadgets para a versão 5 e se surpreenderam ao notar que as baterias de seus equipamentos estavam sendo “destruídas” em pouquíssimo tempo.
Demorou um pouco (sim, a Apple demorou muito para descobrir qual era o bug e como conserta-lo) mas enfim os donos de iPhone já poderiam atualizar o iOS para a versão 5.0.1 e terem todos os problemas resolvidos.
Não.
Alguns usuários de fato relataram melhora no consumo da bateria no iPhone, porém boa parte dos usuários relataram que a bateria continuava com a vida útil muito mais curta que o anunciado.
A princípio surgiu a dúvida que o problema poderia estar no hardware, afinal, hardware antigo poderia se comportar de maneira rebelde e aumentar o consumo da bateria quando o iOS era atualizado, porém, os iPhone 4S que já vem com o iOS de fábrica também tem sofrem com os mesmos problemas.
Daí só sobram duas suspeitas, ou o iPhone 4S tem o mesmo hardware do iPhone 4 ou o software, motivo de orgulha para a Apple, é tão bugado e medíocre quanto qualquer Windows 3.1 do século passado.
