Archive for agosto 2011
Recentemente a Motorola anunciou a evolução do seu Defy (aquele modelo resistente a riscos, água e poeira), o Defy+.
Basicamente são duas as mudanças que mais agradam no Defy+, o Android na versão 2.3 enquanto o Defy é vendido com o Android 2.1, mas existe a possibilidade de atualizar via ROM oficial para o Android 2.2.1 e o processador que no Defy+ será de 1 Ghz contra os 800 Mhz do Defy, porém no caso do processador já é conhecimento público que a Motorola fez underclock e que os processadores do Defy+ e Defy são os mesmos, só que no Defy+ ele não tem underclock.
Então bem da verdade a única vantagem do Defy+ é software, ou seja, a versão mais nova do Android, certo?
Nem tanto!
Embora tecnicamente a única diferença válida realmente seja a versão do Android, é possível fazer o Defy se beneficiar do lançamento do Defy+, em primeiro lugar, como existirá uma versão do Android 2.3 e Motoblur para o Defy+ é bem provável que esta versão também sirva para o Defy e automaticamente teremos zerado as diferenças entre ambos.
Agora falando da parte comercial, com o lançamento do Defy+ é obvio que os preços do Defy irão cair, e com isso já que temos o mesmo hardware e provavelmente teremos a mesma versão do Android então para que pagar mais caro no Defy?
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Parece mesmo que este não é um bom mês para a Apple, depois de Steve Jobs deixar o cargo de CEO da Apple, agora uma reportagem do Olhar Digital reluz em seu site sobre como instalar o OSx no seu PC.
Na verdade desde a quando a Apple abandonou o uso dos processadores Power PC nos seus notebooks e desktops, adotando a plataforma Intel ela (mesmo a contragosto) abriu portas para que fosse possível instalar seu sistema operacional em computadores padrão PC.
Afinal um processador Intel é um processador Intel seja qual for a sua plataforma de aplicação, é óbvio que a Intel não iria fazer uma versão customizada dos seus processadores i3, i5 e i7 somente para atender a Apple e dessa forma fechar a plataforma com hardware exclusivo.
Assim, existem diversos tutoriais onde pode-se certificar todo o hardware do seu notebook ou desktop para que o OSx seja instalado no mesmo e mesmo os pontos de maior problema como a placa de rede possuem dezenas de tutorias de como corrigir e contornar os problemas.
Os passos são simples e se o seu hardware é 100% compatível com o OSx a instalação se torna tão fácil como a instalação do Windows, inclusive da última versão do OSx, o Lion.
Mas o mais interessante é que o Olhar Digital também consultou um advogado especialista para saber se estaria de fato descumprindo a lei instalando o OSx em um hardware não Apple, o fato é que mesmo que o contrato de licença dite explicitamente que o software só pode ser executado em hardware da Apple, pela lei brasileira (vide Código de Defesa do Consumidor) essa imposição da Apple é considerada venda casada e ilegal, então desde que o software seja compra e licenciado de maneira correta (ou seja, não seja uma cópia pirata do OSx) é possível instalar sem cometer crime.
E ainda de quebra a Apple é obrigada a prestar suporte e atualização para o sistema instalado em um hardware não Apple.
Gostaria de saber agora como fica o campo de distorção da realidade de Steve Jobs, já que comprando um hardware Intel padrão e a licença do OSx fica mais barato do que comprar o produto da Apple fechado (hardware com software), a diferença fica em torno de 40%.
E para quem gosta de muita adrenalina, existem relatos e tutorias de usuários que conseguiram instalar o OSx em plataformas AMD (Turion e Athlon) ou ainda em processadores Intel legado como o Pentium 4, mas aí a coisa já é mais complicada.
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Creio que a grande maioria dos brasileiros tem a convicção que a Anatel é uma das melhores agências reguladoras atuando no Brasil, pois tem resolvido com certa eficiência as ocorrências e de quebra ainda tem criado mecanismos eficientes de proteção ao consumidor e tem freado o desmande das gigantes da telefonia.
Um dos casos de sucesso é que a Anatel obrigou que todas as empresas de telefonia desbloqueassem os celulares vendidos com o referido bloqueio, mesmo dentro da fidelidade, sem custo, ou seja, operadoras como a Vivo e Claro que adoram algemar os clientes teriam que algema-los com a fidelidade, mas seriam obrigadas a deixar a chave na tranca, afinal é um absurdo que você pague pelo aparelho através da fidelidade e quando a mesma acabar não poder utilizar no seu aparelho a linha de outras operadoras.
Agora o Congresso Brasileiro mostrou que veio fazer caca e formulou um projeto de lei autorizando as empresas de telefonia a cobrarem para desbloquear os celulares enquanto a fidelidade existir, ou seja, estão sacrificando milhões de brasileiros em prol de algumas empresas do setor de telefonia, diminuindo a competitividade e resultando em artifícios para que estas empresas criem engodos para seus clientes e aumentem seus lucros de forma desmedida.
Como ainda é um projeto de lei é preciso que o mesmo seja aprovado pelo Senado, à esperança é que o Senado não aprove tal projeto de lei.
Como hoje as duas empresas de telefonia que ainda vendem celulares com bloqueio são a Vivo e a Claro, é uma situação interessante somente as duas serem beneficiadas por este projeto de lei.
Caso o Senado aprove este absurdo projeto de lei, ainda nos resta a Internet, fornecendo subsídios para a realização do desbloqueio em casa mesmo ou ainda o completo boicote as empresas de telefonia que utilizarem como artifício o bloqueio dos celulares para aumentarem seus lucros.
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Hoje unidades de armazenamento de estado sólido ou SSD são o suprassumo no que tange performance para acesso a dados (leitura/escrita).
E a Intel vem pisando na bola, a principio a sua série 320 de SSD apresentou um problema salutar, quando o computador estava operando e sofria uma queda abrupta de energia, em alguns casos as unidades de SSD tinham a sua capacidade de armazenamento reduzidas para 8 Mb e obviamente ocorriam perdas de dados.
A Intel disse ter resolvido o problema e liberou um novo firmware que em teoria deveria corrigir o fato. Pelo menos em teoria.
Diversos usuários têm reclamado que ao aplicar o firmware ou ocorrem erros ou em caso de sucesso na instalação do novo firmware o sistema fica instável e apresenta diversas blue screens.
A Intel ainda não se pronunciou sobre o caso, nem tão pouco assumiu o erro ou deu indicações de como corrigir o problema.
Como unidades SSD ainda são muito caras, ao comprar uma você espera além de performance diferenciada um padrão de qualidade alto e não é isso que a Intel vem apresentando em suas unidades de SSD, com isso a Kingston agradece.
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Essa semana o mundo foi pego no contrapé pelo anuncio que Steve Jobs fez, ele simplesmente anunciou que iria sair definitivamente das suas funções da Apple e que no seu lugar indicava Tim Cook.
O motivo deste anúncio foi que o seu estado de saúde cada fez mais frágil devido a um câncer não permitia que ele exercesse suas funções de CEO a contento para a Apple. Na verdade ele está cansado e doente e nada mais justo do que jogar a toalha.
Mas o detalhe principal é que a Apple, embora sendo uma grande empresa, sempre foi uma empresa de um homem só e o nome deste homem é Steve Jobs.
A Apple começou bem, depois de um período de estabilidade no mercado começou a perder terreno para outras empresas, como a IBM, e mais tarde quando Steve Jobs saiu da Apple é que a empresa foi cada vez mais reduzindo sua relevância no mercado até chegar ao ponto de praticamente pedir concordata, a cerca de 10 anos atrás a Apple valia o mesmo que uma dúzia de maçãs no mercado.
Foi com a volta de Steve Jobs, sua criatividade e seu método de trabalho (por muitos apelidado de tirania) que a Apple voltou aos holofotes da indústria de TI, lançando produtos inovadores como o iPod, iPhone e mais recentemente o iPad, e o mais importante passou a gerar demanda, ou seja, passou a gerar no mercado consumidor a necessidade de compra de seus próprios produtos, gerou a vontade de possuir os produtos da Apple o que resultou em produtos estilizados e caros, uma excelência para a Apple.
Com o súbito anúncio, e provavelmente temendo um revés na influência que a Apple provoca no mercado, as ações da Apple têm caído consideravelmente na bolsa de valores.
Resta saber se a Apple vai mesmo virar legado e ser esquecida ou se vai sacudir a poeira e conseguir sobreviver sem Steve Jobs.
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É incrível como uma única pessoa, em um segmento que envolve empresas gigantes e tanto dinheiro, possa causar uma tamanha revolução como causou Linus Torvalds a cerca de 20 anos atrás.
Estamos falando do aniversário de 20 anos do Linux, que a principio recebia o nome de Minix, não foi o Linux que criou o conceito de software livre ou open-source nem tão menos o responsável por criar nenhuma outra tecnologia revolucionária, como a Internet.
Mas foi o Linux que quebrou monopólios sobre diversos segmentos de TI, como por exemplo, o mercado de servidores, e também foi o responsável por alterar sensivelmente a forma como a Internet é hoje, livre, sem uma empresa gigante ditando normas e regras.
Foi o Linux que permitiu ao usuário final ter liberdade de escolher qual sistema operacional utilizar, inclusive fornecendo diversas opções de forma grátis ou ainda chegando ao máximo de permitir que o próprio usuário monte e desenvolva sua própria versão se assim quiser.
Foi o Linux que “obrigou” a Microsoft a melhorar sensivelmente o sistema operacional Windows, ou você acha que de versões simplórias e bugadas a Microsoft investiu milhões até chegar ao Windows 7 somente porque queria agradar seu mercado consumidor? Foi a concorrência.
Mesmo sendo bem menos utilizado no mercado o Linux conseguiu o mesmo grau de relevância que o Windows possui hoje, por isso é que o seu criador, Linus Torvalds, sozinho, conseguiu fazer o que várias empresas gigantes não conseguiram: influenciar o mercado e promover tendências.
Por isso, parabéns ao Linux e ao seu criador Linus Torvalds.
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As senhas de usuários, inclusive do usuário administrador, no Windows ficam armazenadas de forma criptografada.
Como o forte da Microsoft e do Windows não é a segurança o processo de criptografia é baseada em informações de origem em tabelas, de posse destas tabelas é possível reverter o processo de criptografia com sucesso de 99%.
Para isso basta efetuar o download o software OPHcrack, com ele é possível executar o boot do sistema e depois executar o check que irá verificar todos os usuários e suas respectivas senhas, este é um processo que pode demorar de poucos minutos a algumas horas devido a quantidade de usuários e a complexidade das senhas deles.
Para utilizar o OPHcrack ao iniciar o boot basta escolher a opção Ophcrack Graphic mode – automatic para que o OPHcrack entre em modo gráfico, faça a verificação e exiba a senha descriptografada.
Se por um lado esse é um tipo de software útil em caso de esquecimento de senhas também é potencialmente perigoso, pois irá permitir que qualquer pessoa com acesso físico ao seu computador execute o boot e a verificação do sistema em busca de senhas.
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Recentemente postei relatando a minha compra de um HD híbrido da Seagate e realmente a minha experiência com o uso tem sido ótima.
Saí de um HD de 5.400 RPM interface Sata (transferência a 1,5 Gb/s) com 8 Mb de buffer e fui para um HD 7.200 RPM interface Sata II (transferência de 3 Gb/s) com 32 Mb de buffer recheado com 4 Gb de SSD para dinamizar o acesso aos dados.
Realmente foi um salto, levando em conta que hoje a grande maioria de desktops e notebooks tem como gargalo de performance o acesso a dados, otimizando o seu hardware com um HD como este trás um grande passo em direção a melhoria de performance.
Realmente a performance do sistema como um todo aumenta sensivelmente, pois o gargalo da transferência de dados deixa de existir ou é drasticamente reduzido, principalmente no Boot do sistema ou em processos de transferência de arquivos.
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Ainda considerado um abacaxi com espinho para a Microsoft a arquitetura do Windows não tem facilitado a vida dos desenvolvedores que buscam uma forma de deixar o boot do sistema mais rápido. Isso é fato que sistemas como o Ubuntu e diversas outras distros Linux tem um boot aproximado de 45 segundos e com o mesmo hardware o boot do Windows nem chega próximo a isso.
Mas parece que para o ambiente corporativo o Windows vai conseguir resolver essa questão, tudo com base em um pedido de patente realizado pela Microsoft e descoberto recentemente.
Nessa nova técnica um servidor fica disponível na rede “provendo” as estações de trabalho com uma espécie de arquivo que irá dar o boot de forma mais leve, sem a necessidade da carga tradicional do sistema. Como no ambiente corporativo tempo é dinheiro, parece que este foi o foco do trabalho realizado pela Microsoft.
O novo boot ainda não foi implementado e nem tem previsão para ser realizado e provavelmente não estará disponível no momento da liberação da versão RTM do Windows 8.
É certo que existem hardwares que não favorecem o software, mas essa limitação do Windows é mesmo irritante e chega a aborrecer em alguns momentos, já que a arquitetura não tem permitido, não seria o caso de jogar fora o código-fonte antigo e fazer uma reengenharia completa? Poderia custar mais, mas o lucro advindo com a nova estruturação e prováveis melhorias com certeza pagaria o projeto.
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Como o Firefox tem conseguido piorar consideravelmente a cada nova versão e a Mozilla resolveu adotar um ritmo intenso de atualizações esse problema tende a aumentar consideravelmente, então instalei o Chrome e comecei a pesquisar por extensões que eu utilizava no Firefox.
Para o Chrome eu encontrei a Firebug Lite e a Webdeveloper para auxiliar meu desenvolvimento Web, uma extensão para downloads do Rapidshare (porque ninguém é de ferro) e finalmente encontrei a FTP Free para servir de cliente FTP.
A única coisa que me fazia pender para o lado do Firefox era a qualidade e diversidade das extensões, mas agora que descobri a Chrome Store parece que essa vantagem do Firefox foi completamente suprimida.
No Google Store é um verdadeiro paraíso de temas e extensões, segmentados por tipo ou assunto, tem coisas muito interessante mesmo.
